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Em seu sermão neste domingo (5), o papa Francisco pediu que os fiéis católicos carreguem e leiam a Bíblia com a mesma dedicação que fazem com seus celulares.

Mesmo sob forte chuva, milhares de peregrinos o ouviam na Praça de São Pedro. Ele questionou os presentes: “O que aconteceria se tratássemos a Bíblia como fazemos com nossos celulares?”. Curiosamente, a maioria dos visitantes tirava fotos e filmava com seus smartphones no momento da homilia.

O pontífice prosseguiu com o questionamento: “Se nós voltássemos para recuperá-la quando a esquecêssemos? Se a carregássemos conosco sempre, mesmo em uma pequena versão de bolso? Se lêssemos as mensagens de Deus na Bíblia como lemos mensagens em nossos celulares?”

Francisco considera essa comparação “paradoxal” e disse que deveria ser uma fonte de reflexão. Segundo ele, a leitura da Bíblia ajudaria as pessoas a resistirem às tentações diárias.

Mesmo tendo contas no Instagram e no Twitter, Francisco já reclamou da tecnologia em diversas ocasiões. “Talvez muitos jovens percam horas demais com coisas fúteis”, disse ele em 2014, num comentário sobre o uso de celulares.

Em outro momento, disse que a internet e a tecnologia são “um dom de Deus”, desde que usadas com sabedoria. Com informações Reuters

A versão em desenho animado de “A Bela e a Fera” saiu em 1991 e logo entrou para a lista de filmes memoráveis dos estúdios Disney. Um quarto de século depois, a refilmagem live action, com atores vivendo os personagens, opta por incluir uma cena homoafetiva. Resultado? Mesmo antes da estreia, ameaças de boicote se multiplicam.

Nos Estados Unidos, vários movimentos religiosos e conservadores se mostraram contrários a exibição de um filme infantil que tenta apresentar a homoafetividade dentro de uma história infantil. Alguns cinemas já anunciaram que não exibirão o longa por causa disso.

Aqui no Brasil, até agora o pastor Silas Malafaia começou uma campanha contra a Disney, acusando a gigante do entretenimento de defender “a agenda gay”.

Segundo a BBC, a reação mais forte até o momento foi na Rússia, onde as autoridades já estão se posicionando. O país pode proibir a exibição de “A Bela e a Fera”, pois existe uma legislação que proíbe a divulgação de “propaganda gay” para crianças.

O ministro da Cultura, Vladimir Medinsky, afirmou que o filme seria “investigado” antes de um veredito. A lei, em vigor desde 2013, descreve a homossexualidade como “relações sexuais não-tradicionais”.

Vitaly Milonov, deputado do partido Rússia Unida, descreveu o filme como “propaganda descarada do pecado”. Ele pediu que o governo tome medidas para proibir a exibição do filme da Disney baseado na lei que protege menores de idade da exposição a esse tipo de cena.

Seu colega parlamentar Alexander Sholokhov disse que, se as cenas violavam a lei, o filme deveria ser banido dos cinemas russos.

Embora não seja mais crime ser LGBT no país, em 2012 a Rússia proibiu a realização de paradas do orgulho gay por 100 anos, em nome da moralidade e dos bons costumes.

Subtrama gay
A polêmica teve início quando o diretor do filme, Bill Condon, deu uma entrevista explicando que havia uma subtrama gay no enredo. Isso é algo inédito em produções da Disney. O personagem LeFou (Josh Gad) revela uma paixão pelo seu mestre Gastón (Luke Evans).

A trama central continua sendo a relação entre os personagens Bela (Emma Watson) e a Fera (Dan Stevens), mas parece que um personagem secundário está chamando mais atenção.

“LeFou é alguém que um dia quer ser Gastón e no outro quer beijar Gastón”, disse Condon.

“Ele está confuso sobre seus desejos. É alguém que está descobrindo seus sentimentos. Josh fez algo bem sutil e delicioso e isso é o que faz valer no final, que eu não quero revelar. Mas é um momento bacana, exclusivamente gay num filme da Disney.”

Victor Ferraz, jogador de futebol, sempre foi evangélico desde que despontou na elite do futebol brasileiro. Lateral direito do Santos, ele chamou a atenção da imprensa ao dizer que não fala palavrões.

A história de Victor ganhou destaque, pois o jogador – filho de um casal de missionários evangélicos – garantiu que em seus 28 anos de vida, nunca falou palavrões.

Criado na igreja desde os seis anos de idade, ele revelou ainda que pretende seguir o ministério dos pais e se tornar missionário quando concluir a carreira no futebol. “Eles são a minha principal inspiração junto com a minha esposa. Eles são missionários, não vivem somente da obra, mas desde pequeno me criaram dentro do Evangelho, no caminho que deveria andar. Desde pequeno tenho esse temor ao Senhor, procurando aliar o profissional com o espiritual. Não sei se vou trabalhar com o futebol [após a aposentadoria], se vou partir para a obra, trabalhar na Igreja, abrir um negócio. Pode ser [como missionário]. Alguma coisa na Igreja eu vou fazer”, afirmou.

Em entrevista ao Uol, Victor Ferraz disse que ele e o colega Ricardo Oliveira – que é pastor da Assembleia de Deus – sofrem com provocações dos companheiros de profissão.

“Temos um grupo muito jovem, que gosta de brincar e zoar. Eu sou um desses, é inevitável que tentem brincar comigo também. Quando estamos em aeroporto, jantar ou comer, passa uma mulher mais bonita, ficam olhando para mim e também para o Ricardo, para ver o que vai fazer também. Mas levamos mais no lado da brincadeira, não só pela questão de ser evangélico, ou não, muitos temem a Deus, participam das reuniões, gostam de ouvir as palavras então torna tudo mais fácil”, contou.

Sobre seu perfil, de não falar palavrões, garante que isso não o torna especial: “Isso não faz de mim nenhum santo ou anjo, porque tenho erros como todo mundo e a qualquer momento pode ser que saia [um palavrão], que eu erre. Mas quando você tem uma forma de viver bem focada, que você sabe o que quer para a sua vida, fora o costume de desde muito novo, meus pais me incentivaram a nunca falar palavrão, ou ofender ninguém, é algo que se torna hábito. O palavrão não faz parte no meu dia-a-dia, nem no momento de mais raiva ele sai. Pode até sair uma palavra que ofenda mais às pessoas, mas que não se caracteriza um palavrão em si. Comecei a ir para a Igreja quando eu tinha 6, mas com 11, 12 anos passei a entender completamente a Palavra, o que queria para a minha vida”, concluiu.

A ginasta americana Simone Biles conquistou cinco medalhas nos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro. Ela impressionou o mundo com seus movimentos e sua demonstração de fé.

"Eu acho que Deus dá a cada pessoa algo especial, e esse é o meu talento. Então, para garantir isso, meu pai sempre me dizia: 'não desperdice o dom que Deus te deu'. Porque é como se essa oportunidade fosse acontecer uma vez na vida. Um dia eu serei muito velha para fazer ginástica. Então, enquanto eu posso, vou dar tudo de mim", disse ela à CBN News.

A trajetória de Biles até o topo do esporte não foi fácil. "Minha mãe biológica era viciada em drogas e álcool e fomos levados para a adoção. Ficamos nessa condição por pouco tempo, pois meus avós decidiram cuidar de nós", conta Simone.

Sua avó Nellie, que ela carinhosamente chama de mãe, diz que Deus abriu seu coração para adotar Simone e sua irmã, Adria. "Foi a melhor decisão que já tomamos", conta Nellie.

Foi Nellie quem incentivou Simone a colocar sua vida e sua carreira nas mãos de Deus. "Eu sou uma pessoa que ora muito, então encorajo meus filhos a fazerem a mesma coisa. Não importa em qual situação você está, você sempre deve entregar tudo nas mãos do Senhor", afirma Nellie.

"Eu fui aprendi que Deus é o único que pode direcionar sua vida. Minha mãe sempre me ensinou que quando você não sabe o que fazer, deixe tudo nas mãos de Deus e ore sobre isso", diz Simone.

Quando olha para o futuro, Simone diz que continuará dando tudo de si para desenvolver o talento que Deus lhe deu. E ela encoraja todos a fazerem o mesmo. "Você pode ser jovem e ter grandes sonhos, mas quando você coloca trabalho duro e dedicação neles, você pode conseguir realizá-los”, diz Simone.

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