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Qui, Nov

 

Joquebede: A mãe que prepara um filho para vida.

 

Acabara de lhes nascer um lindo menino, presenteando o casal Anrão e Joquebede. Mas este menino estava condenado a morrer de acordo com a ordem de faraó:

Êxodo 1.22  Então, ordenou Faraó a todo o seu povo, dizendo: A todos os filhos que nascerem aos hebreus lançareis no Nilo, mas a todas as filhas deixareis viver...

Graças às parteiras hebreias, Sifrá, e Puá, que desobedeceram à ordem de faraó, o menino nasceu e por três meses a mãe o escondeu e cuidou dele.

Com muita criatividade, Joquebede teve uma ideia:

Êxodo 2.3-10:  Não podendo, porém, escondê-lo por mais tempo, tomou um cesto de junco, calafetou -o com betume e piche e, pondo nele o menino, largou -o no carriçal à beira do rio. A irmã do menino ficou de longe, para observar o que lhe haveria de suceder. Desceu a filha de Faraó para se banhar no rio, e as suas donzelas passeavam pela beira do rio; vendo ela o cesto no carriçal, enviou a sua criada e o tomou.Abrindo -o, viu a criança; e eis que o menino chorava. Teve compaixão dele e disse: Este é menino dos hebreus. Então, disse sua irmã à filha de Faraó: Queres que eu vá chamar uma das hebreias que sirva de ama e te crie a criança? Respondeu-lhe a filha de Faraó: Vai. Saiu, pois, a moça e chamou a mãe do menino.  Então, lhe disse a filha de Faraó: Leva este menino e cria-mo; pagar-te-ei o teu salário. A mulher tomou o menino e o criou. Sendo o menino já grande, ela o trouxe à filha de Faraó, da qual passou ele a ser filho. Esta lhe chamou Moisés e disse: Porque das águas o tirei.

 

Filhos são bênção, são um presente de Deus. Os filhos não são nossos, mas Deus os deu a Você, mãe, por um tempo, para que Você possa criá-los exercendo o ministério de mãe.

Faraó, o rei do Egito, aqui tipifica Satanás. Quando o assunto é o povo de Deus, quando o assunto é libertação das pessoas, o inimigo de Deus e do povo de Deus entra em ação. Era o momento do nascimento do futuro libertador Moisés e, a exemplo de Herodes, que mandou matar todos os primogênitos, para com isto matar o Rei dos Judeus, Jesus Cristo, que havia nascido,  faraó pede às parteiras que matem todo menino hebreu que nascesse, e depois, que todo menino hebreu recém-nascido, fosse jogado no Rio Nilo.

Queridas mães, o inimigo Satanás não mudou, continua o mesmo. Ele quer oprimir o povo de Deus, e quer especialmente acabar com a nova geração de líderes. Matando os meninos, e deixando viver apenas as meninas, o futuro do povo de Deus estava comprometido. As meninas hebreias ficariam solteiras ou se casariam com os incrédulos egípcios.

Como mãe que luta pela vida de seu filho, Joquebede recebeu seu menino de volta. Ela teria um tempo limitado para criá-lo. Neste tempo limitado, até o menino ser grande, era o tempo no qual deveria acontecer toda a formação e o desenvolvimento de seu caráter. Começou aí o seu ministério de mãe: Provérbios 22:6 ¶ Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele.

Deus inclusive supriu até as suas necessidades financeiras, pois a filha de faraó a pagava um salário para criar seu próprio filho.

 

Quais as marcas principais do ministério de mãe?


1. Mãe como educadora – A mãe é uma pedagoga natural. Ela ensina com a sua vida e com palavras. A instrução da sabedoria deve estar sempre nos seus lábios. Ela como Eunice, mãe de Timóteo, deve sempre colocar no coração dos filhos que os valores espirituais são mais importantes do que as vantagens deste mundo transitório. O grande estadista americano, Abraão Lincoln, disse que a mão que embala o berço, move o mundo. Precisamos desesperadamente de mães que voltem para o lar e lutem com firmeza em favor dos filhos, para que eles sejam homens e mulheres relevantes instrumentos nas mãos do Senhor.

2. Mãe como conselheira – A mãe é aquela que mantém o canal de comunicação aberto com os filhos. Ela mantém o equilíbrio entre firmeza e doçura. Não pode ser complacente a ponto de jamais chamar a atenção ou disciplinar os filhos, nem pode ser dura ou implacável em suas palavras e gestos, provocando-os, assim, à ira, ou inibindo-os de se expressarem. A mãe precisa cultivar um relacionamento íntimo, saudável e inteligente com os filhos, a fim de que eles possam sentir segurança e liberdade para buscar nela uma palavra de orientação e ajuda na caminhada da vida.

3. Mãe como intercessora – Um dos ministérios mais importantes que a mãe exerce no lar e sobretudo, na vida dos filhos, é o ministério da intercessão. A mãe alcança mais os filhos quando está com os joelhos dobrados diante de Deus, em favor deles, do que quando está com o dedo em riste brigando com eles. A mãe precisa falar mais a Deus sobre os filhos do que de Deus para os filhos. Ela deve ser uma intercessora e não apenas uma testemunha. As mães que mais influenciaram a família e a história foram as mulheres que mais oraram.

 

Identidade com o povo de Deus

A mãe que teme ao Senhor abençoa o povo de Deus pelo seu ministério. Filhos criados no temor do Senhor são filhos que viverão de forma digna do Evangelho. Estamos necessitando de homens e mulheres que influenciem a nossa geração.

Se você, mãe, quer mudar a futura geração, receba o ministério de mãe, e exerça-o principalmente na idade tenra de seu filho para educá-lo e formá-lo e aconselhando-o nos princípios da Palavra de Deus. Nunca desista do ministério de intercessão, pois este perdura a vida toda.

 

Conclusão:

O temor do Senhor leva a mulher a lutar pela vida. A família é a sua recompensa.

Mesmo não sendo uma mãe física, a mulher que luta pela vida, faz seu povo crescer e ser forte. O inimigo quer tirar a vida de seu filho, mas a mãe criativa busca pela salvação dele e entende o seu ministério de mãe.

Deus tem um propósito com seu filho, prepare-o para que ele possa ser usado por Ele e abençoar a muitos.

Feliz Dia das Mães!

Pr. Klaus G. Rempel

 

 

O apresentador Marcos Mion, da Record TV, tem se tornado uma das personalidades públicas que mais enfatizam o valor da família e a importância da fé para superar dificuldades. Uma publicação no Instagram resumiu a forma como ele tem difundido ambos os conceitos junto aos mais de oito milhões de seguidores na rede social.

Mion é casado com Suzana e juntos têm três filhos, sendo que um deles, Romeo, o primogênito, é autista. Em outras ocasiões, o apresentador já havia enfatizado a importância de manter a família unida e seguindo princípios.

 

“Todo filho tem que ver seu pai ajoelhar perante Deus. Acreditar em alguma coisa. Não só o exercício, mas a demonstração da fé molda o caráter dos pequenos que olham pra você com confiança em busca de exemplo de vida”, escreveu o apresentador, na legenda de uma foto em que sua filha, Donatella, o abraça enquanto ele está ajoelhado, orando.

Na reflexão compartilhada com seus seguidores, Marcos Mion destaca ainda que os filhos precisam entender que os pais se inspiram em algo maior que as próprias ambições: “Um dia eles crescem e descobrem que somos apenas… homens. Com falhas, medos e que, na verdade, não temos todo conhecimento do mundo e, muito menos todas respostas. É nessa hora que criar seus filhos sob a palavra de Deus, mostrando que você também se ajoelha perante Ele, vai fazer diferença!”, aconselhou.

++Família é plano de Deus, diz Marcos Mion

“Todo ser humano, uma hora ou outra, busca respostas para dúvidas maiores, acalanto para um sofrimento que só o abraço do pai não faz passar, entendimento para algo que não faz nenhum sentido, falta de perspectiva… a lista é enorme, e se ele não tiver Deus para buscar estas respostas, o caminho para drogas, depressão, violência, entre outros se abre”, acrescentou, em tom de alerta.

Em novembro do ano passado, Marcos Mion encorajou os seguidores a entregarem suas vidas a Jesus Cristo “o quanto antes” para que não sofressem com arrependimentos no futuro. Agora, o apresentador reforçou o conselho: “Se a criança cresce com Deus, cresce forte. Cresce com base sólida. E quem da esse exemplo somos nós. #FamilyFirst #Fé”.

 

 

 

 

Pela 1ª vez em pelo menos cem anos, integrantes do gabinete presidencial dos Estados Unidos participam de um grupo que toda semana estuda a Bíblia. Todas as quartas, algumas das pessoas mais poderosas do mundo se reúnem em uma sala de conferências em Washington para aprender e falar sobre Deus. 

O local dos encontros é mantido sob absoluto sigilo, por determinação do Serviço Secreto. Os nomes dos integrantes do grupo, contudo, não são considerados "segredo de Estado". 

O vice-presidente dos EUA, Mike Pence, o novo secretário de Estado, Mike Pompeo, a secretária de Educação, Betsy DeVos; o de Energia, Rick Perry, e o secretário de Justiça, Jeff Sessions, por exemplo, são alguns dos que estudam a Bíblia juntos. No total, dez membros do gabinete de Trump participam do grupo. Nem sempre vão a todos os encontros, mas aparecem quando não têm compromissos já firmados. 

As reuniões duram de 60 a 90 minutos e os participantes são guiados por um professor, com quem podem ter conversas privadas após as sessões coletivas. 

Esse professor, o homem responsável pelos ensinamentos ao grupo de estudos da Bíblia mais influente dos EUA é Ralph Drollinger, um ex-jogador de basquete que se converteu pastor. Ex-jogador do Dallas Mavericks, Drollinger, hoje com 63 anos, se define como "apenas um jogador com joelhos ruins". 

Drollinger cresceu em La Mesa, subúrbio de San Diego, na Califórnia. Quando criança, raramente ia à igreja. "Fui provavelmente umas doze vezes", diz ele. 

"Sempre me prometia ler a Bíblia. Mas toda vez que tentava, não fazia muito sentido para mim", diz o agora professor do seleto grupo de estudos da Bíblia. 

Foi no último ano da escola, depois de uma partida de basquete, que algumas animadoras de torcida o convidaram para estudar a Bíblia. Ele aceitou o convite e, desde então, Drollinger diz que o mundo dele mudou. 

"Foi a primeira vez que eu realmente ouvi a palavra de Deus. Fui pra casa, li todo o Evangelho de Mateus naquela noite e abri me coração para Jesus", conta Drollinger. 

Em 1972, Drollinger ganhou uma bolsa para jogar basquete e estudar na Universidade da Califórnia, em Los Angeles. Ele passou a frequentar a igreja e a assistir aulas sobre a Bíblia. Ao longo dos quatro anos que passou na universidade, Drollinger disse que se apaixonou pelas escrituras. 

Atleta de Cristo

Depois da faculdade, chegou a ser sondado por três times da NBA, mas acabou recusando todos. 

"Senti tanta paixão pelo ministério que tudo ficou sem graça", diz ele. Assim, em vez de aceitar convites de times como Boston Celtics ou New York Nets, ele assinou com uma equipe cristã chamada Atletas em Ação. Jogou basquete ao redor do mundo - em 35 países, contabiliza - e pregou o evangelho no intervalo. 

Donald Trump já mandou comentários e elogios escritos em letras de forma aos textos do professor que ensina a Bíblia a integrantes do gabinete presidencial  (Foto: Getty Images/BBC)

Donald Trump já mandou comentários e elogios escritos em letras de forma aos textos do professor que ensina a Bíblia a integrantes do gabinete presidencial (Foto: Getty Images/BBC) 

 

"Foi perfeito para mim", diz ele, emendando que não gostava tanto de basquete quanto de pregar. 

Drollinger, contudo, acabou virando jogador profissional. Entrou nos Dallas Mavericks em 1980, mas apenas porque queria ir para o seminário na cidade. Jogou seis partidas pela NBA e abandonou a principal liga do mundo depois de uma temporada apenas. 

Ao se aposentar do basquete, em 1996, trabalhou com esporte e migrou para a política. Mas o caminho de Drollinger até a Casa Branca começou na Califórnia. 

Em 1996, a mulher de Drollinger, Danielle, atuava como diretora executiva de um comitê político na Califórnia, que fazia campanha para eleger cristãos para ocupar vagas de legisladores liberais. Mas Danielle, segundo o marido, estava frustrada. "Eles [o comitê] ajudavam a eleger representantes para o capitólio (sede do governo e da legislatura) da Califórnia, mas logo eles perdiam os princípios cristãos", diz. 

Ela desistiu do trabalho e o casal assumiu a direção de uma igreja em Sacramento, onde passaram a oferecer encontros semanais a políticos e funcionários públicos para o estudo da Bíblia, além de apoio, orações e consultas individuas. 

Discípulos na política

Essa igreja e seus cursos deram certo. A Capitol Ministries cresceu e se expandiu, com a ideia de, segundo a própria página na internet, "fazer discípulos de Jesus Cristo na arena política em todo o mundo". 

Em 2010, a Capitol Ministries chegou a Washington, onde montou um grupo de estudos da Bíblia para membros do Legislativo, que hoje conta com cerca de 50 integrantes. Quando quatro participantes foram eleitos para o Senado, pediram aulas para outros senadores, que começaram em 2015. Em março do ano passado, dois meses depois de Donald Trump assumir a Casa Branca, o mesmo processo fez com que um grupo do gabinete presidencial passasse a ter aulas sobre a Bíblia. 

"Trump começou a nomear nomes que já estudavam a Bíblia na Câmara e no Senado", explica Drollinger, uma tendência que ele atribui ao vice-presidente Mike Pence, "que sabia quem eram os que realmente acreditam". Muitos dos indicados por Trump para fazer parte de seu governo, diz o "professor", tem algo em comum: "São todos fortes em Cristo". 

Assim, o secretário de Justiça, Jeff Sessions, e Tom Price, ex-secretário de Saúde, decidiram começar o grupo de estudos do gabinete presidencial. 

Secretário de energia, Rick Perry, e o de Agricultura, Sonny Perdue, também são integrantes do grupo que estuda a Bíblia (Foto: Getty Images/ BBC)

Secretário de energia, Rick Perry, e o de Agricultura, Sonny Perdue, também são integrantes do grupo que estuda a Bíblia (Foto: Getty Images/ BBC) 

Drollinger acredita ser este o primeiro do tipo em pelo menos 100 anos. Havia um grupo na administração de George W. Bush, mas era para representantes de escalões mais baixos. 

O presidente Trump não é integrante do grupo, mas é cristão e recebe as oito páginas que Drollinger prepara quase toda semana. "Ele me responde de volta, com anotações", garante o professor. "Ele usa uma caneta com ponta de feltro da marca Sharpie, com a qual ele escreve, em letras maiúsculas, 'Muito bem, Ralph realmente gosto desse estudo, continue assim' e outras coisas assim." 

Posições conservadoras

Os estudos bíblicos semanais de Drollinger não são privados ou secretos. Qualquer um pode lê-los online. 

As aulas da Capitol Ministries são ministradas apenas por pastores homens. Drollinger tenta justificar a ausência de mulheres ensinando as palavras de Deus: "Não há proibição [bíblica] da participação da liderança feminina no comércio, no Estado, sobre as crianças. Mas há proibição da liderança no casamento e na igreja. Isso está claro nas escrituras. Isso não significa que a mulher tem menos importância, apenas que têm diferentes papeis." 

 

Sobre casamento de pessoas do mesmo sexo, o professor escreveu: "Homossexualidade e cerimônias de pessoas do mesmo sexo são ilegítimas sob os olhos de Deus. A palavra Dele é repetitiva, perspícua [claramente expressa] e séria sobre o assunto." 

Ele defende o capitalismo, dizendo que direito à propriedade individual, "também conhecido como livre iniciativa ou capitalismo, é o sistema econômico governamental que conta com apoio das escrituras". "As escrituras não apoiam o comunismo", afirmou. 

Questionado se os políticos que estudam a Bíblia deveriam condenar gays à morte, Drollinger diz que não. Afirma que algumas leis civis que aparecem no Antigo Testamento não se aplicam. 

Drollinger se compara a um garçom em um restaurante. Essas lições não são dele, afirma. Diz estar meramente servindo a palavra de Deus, como revelada na Bíblia, aos cristãos professos. "Se Deus é o chef, então eu sou apenas o servo, e espero que as pessoas gostem da refeição", diz ele. "Mas na saída da cozinha, eu não vou alterar o que está no prato. Então, meu trabalho é apenas ser um servo." 

E se as pessoas não gostarem da mensagem que ele oferece? 

"Você vai ter que ir falar com o chef (Deus). A não ser que eu tenha alterado o que está no prato - o que, graças a minha disciplina, não faço. " 

Para o professor, a Bíblia ensina a separação entre Igreja e Estado. "Nós temos que diferenciar, mas infelizmente muitos grupos da direita evangélica advogam para não separar os dois." 

Misturando religião e política

Drollinger garante que nunca diz aos membros dos seus grupos de estudo como deveriam votar nem as políticas públicas que deveriam tirar do papel. Mas espera que isso fique óbvio ao transmitir os ensinamentos. 

E os alunos de Drollinger alguma vez já o deixaram desapontado? 

Ele diz que sim, quando "uma pessoa obviamente sabe qual a coisa bíblica a fazer e acaba votando contra o que sabe ser bíblico". 

Drollinger ainda mora na Califórnia, e vai à capital dos EUA semanalmente para as aulas, que normalmente ocorrem de segunda à quarta. Ele se define como um "republicano conservador". "Não acho que tem muita surpresa nisso", diz. 

A Capitol Minister é uma organização sem fins lucrativos, financiada por doações. Ele e a mulher recebem salário, mas diz que não fica com tudo. 

E como ele se sente ensinando a Bíblia em uma manhã de quarta-feira a algumas das pessoas mais poderosas do mundo? 

Ralph Drollinger responde: "Um dos sentimentos é: quem sou eu para estar aqui. Você sabe, tipo Moisés, quando este se questionava se era a pessoa certa. Sou apenas um atleta com os joelhos ruins, e aqui estou eu". 

"Mas, por outro lado, estou há 21 anos expondo a palavra de Deus, especificamente para que seja aplicada à vida de servidores públicos. Então, nesse sentido, sinto que sou o cara mais qualificado do mundo."

 

Fonte: BBC e G1

 

Mais um Congresso, o 4º do Setiel (Seminário Teológico Nas Igrejas Evangélicas Livres). O tema foi bastante provocante: Esgotamento Ministerial. Você participaria de um congresso que falasse sobre a possibilidade ou até realidade de um esgotamento em sua vida?

Pois é, 125 pessoas (pastores e presbíteros = 56, mais missionários e cônjuges), aceitaram o desafio de ouvir e refletir sobre seu ministério na igreja do Senhor e o impacto que isso tem em sua vida familiar e pessoal.

Fomos ministrados por dois casais do Ministério Oasis que se dedica especificamente à restauração de pastores, missionários e líderes cristãos esgotados. Eles compartilharam sobre sua atuação nessa área tendo investido em mais de 1000 pastores e líderes. Uma realidade presente nas mais diferentes denominações. Houve oportunidade para abrir o coração e buscar ajuda. Uma pessoa desabafou de forma anônima e recebeu da liderança de nossa Convenção a garantia de que dariam todo apoio para que recebesse o cuidado necessário para sua restauração.

Um outro lado muito importante e bom do Congresso é o encontro com pessoas de todas as regiões do Brasil. A participação de nossos irmãos do Nordeste foi muito marcante. Ver que vieram de tão longe para ter comunhão com os demais foi gratificante. A distância de Pelotas-RS até o Norte (Envira-AM) é de 4600 km (3.200 em linha reta no mapa). Mas, nada que o amor não supere e promova uma unidade incrível.
Além do Congresso tivemos também as reuniões oficiais, as Assembleias Gerais Ordinárias (AGOs) . Da AMEL (Associação Missionária Evangélica Livre) e da CIELB (Convenção das Igrejas Evangélicas Livres no Brasil). Na AMEL conhecemos e aprovamos mais um projeto missionário: Marinaha – Envira – Amazonas – Brasil. Uma parceria com a Allianz Mission (Alemanha) para que a etnia Kulina possa ouvir do amor de Jesus através de vários meios, principalmente pelo apoio aos jovens que se mudam para regiões urbanas. Foi bom também ver os vídeos de nossos missionários na África, Portugal e Haiti.

Na AGO da CIELB tivemos ordenação pastoral de Tiago, Samuel e Moacir de Pernambuco. Jovens pastores que fazem um grande trabalho na região.

A noite de testemunhos e abertura de coração foi muito marcante. Alguns agradeceram o cuidado de Deus, outros pediram oração. Quem também aproveitou para compartilhar foi o Pr. Dimas que está entregando a liderança do SETIEL. Falou da alegria de ver o trabalho estabelecido, mas também do peso no coração por deixar o Brasil e encarar o novo desafio de morar e atuar nos EUA. Quem assumirá a partir de 2018 é o Pr Nonato de Olinda-PE, ele e sua família mudam para Curitiba no fim deste ano.

Enfim, foi uma grande bênção. Que Deus continue abençoando sua igreja, e a nós Evangélica Livre, como uma parte dela.

 

 

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