26
Qua, Jun

Cuba, a ilha comunista na América do Norte, é conhecida como um país perseguidor de cristãos. Agora, como forma de estreitar laços com países adversários dos Estados Unidos, a nação passou a abrir portas para o islamismo.

A Missão Portas Abertas, que está presente em mais de uma centena de países, divulgou comunicado alertando para o fato de que Cuba tem buscado parcerias com o mundo muçulmano desde que o Irã passou a investir em centros islâmicos para difundir a religião na América Latina.

Uma prova da flexibilização da postura de Cuba em relação ao islamismo está no fato de que o presidente turco Recep Tayyip Erdoğan anunciou investimento para construção de uma mesquita na capital Havana (foto), no ano passado.

Fiéis muçulmanos praticam sua religião sem obstáculos, fazendo orações ajoelhados em direção a Meca e usando os trajes típicos. Uma realidade impensável há alguns anos, já que os irmãos Castro – ditadores que governam Cuba há décadas – tornaram o país conhecido por ser um reduto ateu no mundo.

A expansão do islamismo projetada pelo Irã segue com a abertura de mesquitas no México, Colômbia e Venezuela. “No caso de Cuba, o que mais chama a atenção dos religiosos é que o país que se declara comunista e que tem sufocado a liberdade dos cristãos, agora está se abrindo para o islã. A lei permite o cristianismo somente na teoria, mas na prática já excluiu o ensino religioso nas escolas públicas, algumas igrejas já foram destruídas e outras tiveram suas atividades encerradas”, enfatiza a nota da Portas Abertas.

Relatos de cristãos sendo agredidos fisicamente porque protestavam contra a demolição de um templo por funcionários do governo chegaram à imprensa internacional recentemente. Quando não há violência física, há o achincalhe público, com cristãos sendo taxados de “subvertidos”.

A intolerância religiosa contra cristãos existe também na legislação, que de forma sutil, impõe restrições significativas sobre evangelismo em áreas públicas, encontros e cultos.
Oremos pelos irmãos da Igreja Perseguida em Cuba e por todo o país, que precisa experimentar a liberdade de pensamento, social e econômica.

Um pastor que, mesmo aos 98 anos de idade, se dedica ao evangelismo, teve a história de seu ministério contada ao mundo por grupos missionários que atuam no Sri Lanka.

O sacerdote que se mantém ativo mesmo com a avançada idade é Tiddy Senapatiratne, que além de liderar um ministério de intercessão, comanda o evangelismo da denominação a que pertence e também atua como conselheiro de outros pastores, escrevendo cartas a eles com mensagens de estímulo e orientação.

“Aos 98 anos, [meu avô] dirige o grupo de intercessão e escreve cartas para ajudar outros pastores cristãos. Em sua mensagem, ele desafia as pessoas a seguir as Escrituras e viver com fé em Deus”, disse Kevin Senapatiratne, neto do pastor.

Segundo o relato de Kevin, o pastor Tiddy enxerga sua velhice como um recado de urgência para exercer seu ministério. Em uma das cartas mais recentes, disse aos pastores que é preciso apreciar o tesouro que a Bíblia representa.

“Há algum tempo, escrevi em minha carta sobre a passagem que Deus nos manda meditar em sua Palavra dia e noite (Josué 1:8 e 9). Ele não somente nos mandou fazer isso, mas também deu promessas […] Josué tinha cinco livros naquele momento, mas agora temos 66 livros (a Bíblia), para ler e obedecer. Também temos muitas outras promessas contidas neles. Deus nos ama tanto, e estou certo que vocês experimentaram esse amor de muitas formas”, afirmou o pastor na carta.

O veterano pastor destacou que a leitura diária da Palavra de Deus é uma atividade essencial para que o amadurecimento da vida cristã aconteça e que a alma esteja alimentada: “Devemos ler a Palavra de Deus com frequência, se possível todos os dias. Pelo menos uma porção diária. Isto nos fará mais fortes, e venceremos em nossa vida cristã”, disse, de acordo com informações do Noticias Cristianas e do Bibles4MidEast.

“Conheci um homem chamado Sr. Leisser, que era dono de uma companhia inglesa no Sri Lanka. Me disse que tinha lido a bíblia 40 vezes. Ele a conhecia por completo, do inicio ao fim. Nós não precisamos fazer tudo isso, mas sim, devemos fazê-lo com frequência para a glória de Deus e para a salvação das almas. Somos abençoados. Será útil aprender e recordar os versículos da Bíblia”, acrescentou o pastor Tiddy.

O argumento dele é baseado em Hebreus 4:12, que diz: “Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração”.

“Não há desculpas para levar uma vida cristã acomodada”, sublinhou o pastor. “Quando vemos o que ocorreu com os apóstolos de Jesus, não temos nenhum desejo de fazer o mesmo? Podemos dar desculpas, dizendo que vimos Jesus fazer tudo, mas e nós? Devemos pedir que Jesus nos dê uma visão e poder para fazer o mesmo, somos tijolos na construção de sua obra”, concluiu.

O filho de um ex-governador paquistanês é agora o tema de uma "fatwa" (pronunciamento legal islâmico), que exige a sua morte depois que ele criticou as leis de blasfêmia do país e expressou seu apoio às vítimas desta legislação, desejando "um Feliz Natal ao Cristãos" no Facebook.

Shaan Taseer também pode se considerar uma da vítimas da intolerância que permeia esta legislação, pois seu pai, o governador Salman Taseer e ativista de direitos humanos, foi assassinado por extremistas islâmicos.

Quando Shaan fez uma postagem em vídeo para desejar um "Feliz Natal", aproveitou para expressar seu apoio às vítimas das leis de blasfêmia do país, como a cristã Asia Bibi e também um adolescente cristão que está preso desde setembro, depois de ter sido acusado de "curtir" uma postagem do Facebook que era ofensivo aos muçulmanos. O post que levou à prisão do garoto, no entanto, nunca foi encontrado.

Na última sexta-feira, Taseer confirmou que um boletim de ocorrência foi registrado em Islampura, Lahore, com base em "discurso de ódio" por causa de sua mensagem de Natal.

De acordo com o jornal "Express Tribune", os arquivos policiais afirmam que a mensagem de Taseer zombou da lei da blasfêmia e prejudicou os sentimentos dos muçulmanos.

"Senhoras e Senhores, isso não é sátira", escreveu ele no Facebook. "Um caso sob a lei 295A (discurso de ódio: atos destinados a ultrajar sentimentos religiosos) foi registrado pela Polícia de Punjab em outra delegacia em Islampura, Lahore".

"A polícia afirma ter encontrado um pendrive fora da delegacia, abriu-o e ficou horrorizada com uma mensagem de Natal", continuou ele. "Eles também alegam não saber quem é a pessoa no vídeo e, portanto, nomearam o autor da mensagem como 'uma pessoa desconhecida".

Além disso, o 'Wall Street Journal' relatou que um grupo muçulmano chamado 'Tehreek Labaik Ya Rasool Allah' emitiu uma 'fatwa' contra Taseer, dizendo que ele agora está passível de "condenação à morte" porque sua mensagem "cruzou todos os limites de insulto a Alá e ao profeta [Maomé]".

O jornal norte-americano ainda relatou que o grupo integra a seita 'Barelvi', que normalmente é considerada um grupo moderado, mas assume uma posição de linha dura, quando se trata da questão das leis de blasfêmia.

"Eles pediram o meu assassinato", disse Taseer ao 'WSJ'.

"Em termos pouco claros, ordenaram aos seus apoiantes que preparassem outro Mumtaz Qadri", acrescentou ele, referindo-se ao policial que assassinou seu pai em 2011.

Taseer explicou que recebeu centenas de mensagens cheias de ódio e ameaças de morte desde que publicou sua mensagem de Natal e agora está procurando sair do Paquistão para se manter seguro.

Como o caso policial registrado em Islampura não menciona Taseer pelo nome, o grupo islâmico Sunni Tehreek Lahore pediu à delegacia Mughalpura para registrar um caso de blasfêmia contra Taseer, citando-o pelo nome.

Se um caso não for arquivado até 4 de janeiro, o grupo irá apresentar um protesto público, relatou o jornal 'The Nation'.

O ano mal começou e logo no primeiro dia o Brasil se chocou com o massacre que aconteceu na cidade de Manaus. Uma rebelião no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj) resultou na morte de 56 presos e mais quatro na unidade do Puraquequara. E para ajudar os familiares das vítimas, um grupo de evangelistas voluntários levaram água, lanche, orações e distribuíram o livro evangelístico “Em Busca de Esperança”.

Os membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia realizaram a ação solidária que aconteceu em frente ao Instituto Médico Legal na tarde da última quarta-feira (4) e envolveu tanto jovens quanto adultos.

Na região havia uma grande aglomeração de familiares. Eles estavam à procura de informações diante do ocorrido e outras estavam presentes para o reconhecimento das vítimas.

O pastor Fabiano Denardi, líder do Ministério de Publicações da sede adventista para a região disse: “Muitas pessoas estavam sem comer direito, e fora todo o abalo emocional. Nós fomos até o local para levar nossa solidariedade e esperança. Tentamos dar um suporte assistencial e também espiritual”, ressaltou.

 

“Ambiente de tristeza”

Tobson da Silva, um dos voluntários que ajudaram na ação conta que o ambiente era de tristeza, dor, angústia por não saber ao certo se o familiar estava na lista de foragidos ou de mortos. “Nós estávamos lá para, de alguma forma, levar conforto em um momento triste como este, pelo qual muitos estão passando”, explica. A imprensa local acompanhou a ação e noticiou.

O caso é o segundo maior massacre da história dos presídios no Brasil, ficando atrás apenas da tragédia do Carandiru, quando 111 detentos foram mortos no dia 2 de outubro de 1992.

Mais Artigos...