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Seg, Mar

A banda de pop rock Catedral, ativa desde meados de 1987, encerrou sua carreira nesta sexta-feira com seu último show. O espetáculo ocorreu na casa de shows Vivo Rio. Com o apoio da gravadora Mess Entretenimento, Kim, Júlio e Guilherme subiram ao palco com músicos convidados e tocaram sucessos por mais de duas horas.

“Muito obrigado Rio! Muito obrigado catedráticos de todo o Brasil! A jornada termina aqui! Deus abençoe vocês sempre! Um feliz Natal e um 2017 maravilhoso para todos nós!”, publicou a banda em sua página no Facebook, confirmando o fim da trajetória.

“Foi magnífico! Numa data muito ruim mais uma vez, juntos fizemos milagre! Meu coração só consegue repetir de forma emocionada um muito obrigado! Feliz Natal para todos!”, afirmou o vocalista Kim, em sua página.

O repertório somou canções de várias fases do grupo que se manteve ativo por quase três décadas. Um dos nomes que impulsionou o início do movimento gospel no início da década de 1990, a Catedral foi uma das bandas mais notórias do segmento evangélico em seu período. Toda a notoriedade levou o grupo a expandir sua carreira no segmento não-religioso em parceria com a Warner.

Mesmo com polêmicas e a morte do guitarrista Cezar em 2003, a banda seguiu ativa, lançando álbuns até 2014. Os títulos mais recentes do trio capitaneado pelo compositor e vocalista Kim foram os álbuns Maior Idade Musical, de 2011, o EP Epílogo, de 2014 e o ao vivo Música Inteligente, distribuído no final de 2015.

Fim
O anúncio de término da Catedral se deu ainda no primeiro trimestre de 2015. Na época, os músicos afirmaram que, após a turnê de divulgação do disco Música Inteligente, o trio encerraria sua carreira. Para a decisão, vários motivos foram considerados: além dos integrantes querem mais tempo para família, ocorre também a insatisfação com o estado recente do segmento musical evangélico.

Os irmãos Kim e Júlio, por sua vez, já possuem novos planos em vista e anunciaram que, em 2017, será divulgado um novo projeto musical, chamado KJ.

O cantor e compositor André Valadão apresentou a capa de seu futuro álbum, Bossa Worship. Projeto que visa trazer canções cristãs em inglês com a influência da Bossa Nova, gênero musical de destaque na cena brasileira nas décadas de 1950 e 1960, tem lançamento programado para este ano.

A divulgação da capa, feita em sua página no Facebook e também por meio de publicação no Instagram, inclui as informações de que o disco poderá ser lançado ainda em janeiro. O projeto, segundo texto promovido pelo cantor, visa trazer canções “que abençoaram milhões de pessoas pelo mundo” ao som da bossa.

André chegou a comentar seus planos com o disco ainda no final do ano de 2016. Segundo ele, o lançamento é focado no mercado internacional. “Gravado em inglês, será lançado no exterior e carregará mais da nossa cultura musical e a unção que Deus tem derramado em nosso Brasil para abençoar os gringos”. Além disso, o projeto prevê videoclipes que, segundo o intérprete e músico mineiro, foram gravados no Rio de Janeiro.

Em uma publicação feita em seu Instagram no ano passado, Valadão enfatizou que sua parceria com o músico André Lafaete continua. Lafaete foi responsável pela produção dos álbuns Fortaleza (2013), Versões Acústicas – Canções Internacionais (2014) e Crer para Ver (2015) e que há anos faz parte de sua banda.

Outra parceria confirmada é a do músico e tecladista Wagner Borba, que trabalhou na masterização de Imersão, disco mais recente do Diante do Trono, além de produzir nomes como os cantores Ana Nóbrega e Israel Salazar.

Apesar de André Valadão anunciar seu disco como “o primeiro disco de Bossa Nova gospel que existe”, André não é o primeiro artista evangélico a produzir algo do gênero. O primeiro álbum evangélico com a influência da Bossa Nova foi Novidade de Vida da dupla Edson e Tita, lançado em 1982.

A Crowley Broadcast Analysis, órgão que monitora as rádios do país, divulgou nesta segunda-feira (9/1) um relatório oficial das músicas mais executadas nas rádios evangélicas durante o ano de 2016. O monitoramento se deu desde o primeiro dia do ano até o último em trinta rádios do segmento distribuídas pelo país.

De acordo com os dados divulgados pelo órgão, a metodologia utilizada foi a execução entre as segundas e sextas-feiras, entre às 7h e 19h, em todas as rádios cobertas pelo monitoramento diário da Crowley Broadcast Analysis.

“Ninguém Explica Deus”, interpretada pela banda Preto no Branco com a participação de Gabriela Rocha, é a música mais executada em 2016 e contou com mais de 2 mil reproduções. A informação confirma a popularidade da música, que chegou a ser um dos clipes brasileiros mais assistidos no ano passado.


Entre as dez primeiras canções, estão as canções “Raridade” (Anderson Freire), “Deus de Detalhes” (Pr. Lucas), “Me Ajude a Melhorar” (Eli Soares), “Meu Abrigo” (Davi Sacer), “Porque Eu Te Amei” (Ton Carfi), “Agora É Você” (Rick & Renan), “Crer para Ver” (André Valadão), “Proteção” (Gui Rebustini) e “Culto do Calvário” (Anderson Freire).

Entre artistas que aparecem várias vezes na lista, Anderson Freire é o único que figura com mais de uma música entre as dez mais ouvidas. Aline Barros, entre as 100, ainda é maioria, com sete músicas. Na sequência, estão Renascer Praise e Eli Soares, ambos com cinco canções e as cantoras Gabriela Rocha e Bruna Karla, ambas com três aparições.

Em apuração feita pelo Gospel Prime ainda em dezembro, a constatação de que músicas antigas se fazem presentes entre as mais ouvidas foi confirmada pela Crowley. Na lista anual, consta faixas como “Restitui” (Toque no Altar, 72º), “Jesus É o Caminho” (Heloisa Rosa, 62º), “Advogado Fiel” (Bruna Karla, 18º), “Uma Nova História” (Fernandinho, 86º) e “Entre a Fé e a Razão” (Trazendo a Arca, 95º).

Os últimos lugares da lista contam com um empate técnico entre Trazendo a Arca (“Entre a Fé e a Razão”) e Arena Louvor (“Nada a Temer”). Ambas as músicas receberam 515 execuções nas rádios pesquisadas pela Crowley.

A cantora Mari Campos, filha do cantor e compositor Adhemar de Campos, apresenta o seu primeiro projeto como artista solo. Trata-se do lançamento do EP Sonhos. O trabalho, que soma sete faixas, é distribuído pela Onimusic e está disponível para compra nas plataformas digitais de música.
O repertório do disco conta com várias participações. Nívea Soares canta em “Honrar Teu Nome”, Rodrigo Campos participa em “Futuro”, além dos nomes de Mateus Asato na canção “Tu Me Conheces” e de Laura Souguellis em “Eu Vejo Tua Mão”.
O show de lançamento de Sonhos se deu na Igreja Plenitude Cristã, localizada na cidade paulista de Santo André, no último dia 17. “Que noite especial, como é bom estar em família!!! Hoje mais uma etapa na minha vida se concretizou, e saber que essa história não é só minha, faz toda diferença!”, disse a cantora, acerca da apresentação.

“Esse EP resume minha história até aqui, uma história de alguém que encontrou a identidade em Deus, e que passou a viver em tamanha intensidade e temor a esse amor, ao ponto de não querer viver mais pra si, mas sentir constantemente o desejo do coração desse pai de amor, desde as pequenas as maiores decisões da vida, meu sonho passou a ser, viver uma vida de entrega, dependência e temor”, disse a cantora, por meio de uma publicação em sua página no Facebook.
“Eu aprendi através dos vales e desertos, que tudo que Ele espera de mim, é que eu seja como uma criança, que confia no Seu amor de pai, e entrega o futuro em Suas mãos, porque Ele ama, cuida e nunca falha!”, finalizou Mari.

Confira a capa do álbum Sonhos:

Faixas do EP
1. Tu Me Conheces
2. Eu Sei
3. Honrar Teu Nome
4. Teus Sonhos
5. Coração de Criança
6. Eu Vejo Tua Mão
7. Futuro

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