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Qua, Jun

Como estão as suas convicções? Bem, ser evangélico é uma opção que podemos ter nas nossas escolhas de vida, uma forma de encarar o mundo que nos rodeia, então, ser evangélico é acreditar em Deus e no seu filho Jesus Cristo com o objetivo de um dia poder entrar no céu.
Para isso existem alguns fatores em que nós temos de nos preocupar, como amar o próximo, fazer realmente o bem, deixar de julgar, falar dos outros e muitos mais tópicos que não vou mencionar.
E a sua sexualidade é importante para você? Você sabe o que é sexualidade? Neste momento deve estar intrigado com as minhas perguntas, deixe-me esclarecer uma coisa, sexualidade não é apenas sexo, é um termo abrangente que inclui vários fatores, como de indivíduos, opções sexuais, idade e comportamento.
A sexualidade é a capacidade de a pessoa entender o seu comportamento em relação à outra pessoa na relação sexual, no caso falamos que a sexualidade é a saúde de um individuo perante o sexo.
É possível juntar esses dois mundos dentro de uma pessoa e existem vários exemplos de como isso é possível, claro que você agora se pergunta como, na Bíblia Sagrada existem muitos exemplos disso, homens e mulheres que acreditaram em Deus, serviram a Ele e O honraram, sem deixar de lado a sua convivência com a pessoa que estava do seu lado, o maior exemplo disso é o Rei Salomão, Elcana e Ana, Jacob e Raquel, Rute e Boaz, David e muitos outros.
Na realidade o que eles fizeram foi simplesmente amar a Deus sobre todas as coisas e mesmo assim continuar se amando como pessoas, amar quem estava do seu lado e se preocupar em fazer a outra pessoa feliz, então, a relação sexual se torna importante no seu casamento, mas não deve ser a única preocupação do casal, e sim uma ligação de amor que Deus os deu no casamento de ser feliz um com o outro, se todos puderam fazer isso no passado, hoje também devemos ter essa capacidade, amar e cuidar significa ajudar uma árvore a crescer (casamento ou relacionamento) com uma raiz forte e bem alicerçada para que possa ter um tronco forte, galhos viçosos capazes de dar folhas, flores, frutos e ainda abrigar.
Então, casar esses dois mundos (ser evangélico e a sua sexualidade) é querer cuidar da sua alma e cuidar do seu(a) parceiro(a). Apesar de a salvação ser individual, quando casamos tornamo-nos um só, mas se uma parte fizer o(a) parceiro(a) trair por falta de carinho, atenção, amor, sexo, apoio no casamento, será que perante Deus você não vai ter alguma responsabilidade? Devemos cuidar de quem está do nosso lado, porque estamos a cumprir uma determinação deixada por Deus e Jesus Cristo, “amar o teu próximo como a você mesmo”, quem é o teu próximo mais perto de você?
Seja feliz no seu casamento!

Criar filhos é um desafio em que todo cuidado é pouco. Educar requer amor, tempo, abrir mão de vontades próprias em favor do outro, dar bons exemplos. Ser bons pais é algo que se aprende diariamente, é um ato de escolha, respaldado por meio de uma vida de retidão perante Deus, oração e leitura da Bíblia. A partir dessas condutas, o Senhor poderá dar direções que certamente levarão pais que se prostram diante dEle a adquirir capacidade para tomar decisões corretas perante o desafio de educar seus filhos. Pais que se dobram ante o Criador verão seus filhos de pé!
A maioria dos pais é bem-intencionada, quer ser assertiva. Todavia, inúmeros fracassam por se envolverem nos múltiplos papéis que desempenham e acabam perdendo a direção de como agir na construção de uma relação saudável, de um vínculo de afeto com seus filhos.


Conselhos

  • Pais, mantenham o foco na relação diária com seus filhos. Conversem, deem afeto, carinho, amor, participem da vida deles. A sua escolha por estar perto trará segurança, despertará neles a sensação de serem amados, amparados.
  • Escutem o que seus filhos têm a dizer, seja através de palavras, gestos ou atitudes. Corrijam com amor, evitem punições ou castigos incoerentes com a falta cometida. Eduquem, amem, invistam, incentivem, reforcem a conduta positiva.
  • Falem baixo, olhem nos olhos do (a) seu (ua) filho (a). Repitam as informações, quando necessário, até que haja compreensão.
  • Não gritem, não comparem de forma negativa, inferiorizando-os. Não castiguem com raiva.
  • Seu filho é sua herança! Ame-o, proteja-o, seja seu exemplo.
  • Deus te abençoe!


:: Vanessa Rezende

Em primeiro lugar, iniciemos com a subtração. O casamento começa com a subtração. É quando o homem deixa seu pai e sua mãe para unir-se à sua mulher. A soma no casamento começa com uma subtração. Primeiro se deixa para depois se unir. Os pais precisam liberar os filhos para que eles verdadeiramente batam asas do ninho e comecem uma nova jornada na vida. Os pais podem e devem aconselhar os filhos, mas não interferir na vida deles depois de casados. Os filhos precisam cortar o cordão umbilical dos pais a fim de que não fiquem dependentes emocional e financeiramente depois do casamento. Unir-se sem antes deixar pai e mãe é uma conspiração contra o propósito de Deus para o casamento. O casamento precisa ter legalidade antes de união física. Ele é um contrato social antes de ser uma união conjugal. A primeira equação no casamento é a subtração, o deixar pai e mãe.


Em segundo lugar, prossigamos com a adição. O homem depois que deixa pai e mãe deve unir-se à sua mulher. Essa união é indivisível e indissolúvel. É uma união de sonhos, alvos, propósitos bem como uma união física. No casamento o homem e a mulher se tornam uma só carne. Na criação Deus de um fez dois, mas no casamento Deus de dois fez um. O casamento é uma adição misteriosa, pois dois seres tão diferentes se amalgamam num relacionamento místico e estreito a tal ponto do apóstolo Paulo afirmar que aquele que ama a sua esposa a si mesmo se ama, pois ninguém jamais odiou a sua própria carne. O casamento é adição constante de amor, afeto e respeito. No casamento quando você adiciona, você recebe de volta multiplicadamente seja o bem ou o mal. É o princípio da semeadura. O que você planta você colhe. Colhe a mesma semente que plantou e em maior quantidade.


Em terceiro lugar, continuemos com a multiplicação. Um casamento que passou pela subtração e adição é completo em si mesmo, porém, Deus ainda nos dá a graça de empregarmos a multiplicação. Através dos filhos o casal não apenas enche sua aljava, mas também multiplica seus sonhos. Os pais vêem a perpetuação de sua semente, do seu nome, de seus sonhos através dos filhos. Eles são herança de Deus e flechas nas mãos do guerreiro. Eles são como rebentos da oliveira que continuam dando frutos quando o tronco já está tombando. O casamento abre os horizontes da esperança para o mundo, pois ao mesmo tempo em que uns estão encerrando a carreira, outros estão começando; enquanto uns estão descendo a ladeira da vida, outros estão subindo sua colina, cheios de esperança.


Em quarto lugar, terminemos com a divisão. No casamento não acumulamos, mas repartimos. Não queremos tudo para nós, mas dividimos o que temos com alegria. No casamento devemos investir mais do que cobrar; dar mais do que receber; repartir mais do que reter. No casamento não existe espaço para o egoísmo centralizador. O amor não é centrado no eu, mas no outro. O amor não visa seus próprios interesses, mas busca a realização da pessoa amada. Quem ama dá. Quem ama reparte. Quem ama divide o que tem. Na matemática quando dividimos o que temos, ficamos com um saldo menor; mas, no casamento, quanto mais repartimos maior é o nosso saldo. Quanto mais investimos nos outros, mais recebemos. Na matemática do casamento é preciso deixar para se unir. É preciso unir para multiplicar. É preciso dividir para continuar crescendo


::Hernandes Dias Lopes [Homens da Promessa]

Há pouco tempo, nossa história familiar foi marcada pelo sofrimento. Com direito a registro fotográfico. Sofremos, juntos, dois dias de dó, consternação e solidariedade. Na tabela de vacinação de Amanda, nossa netinha de cinco meses, estavam agendadas três vacinas. Fazer o quê? Mãe e filha foram ao posto de saúde para minutos difíceis. Quando coloco as duas na cena do sofrimento, estou pensando em dois tipos de dor: a da filha e a da mãe. Cada uma sofreu aquele momento a seu modo.


“Que maldade!” — teria pensado a filha, ao ser levada pela própria mãe ao “posto de tortura” para, sob suas vistas, ser submetida a três agulhadas nas perninhas, com a injeção de líquidos dolorosa. Em seguida, vem o choro. Um choro doído, profundo, sonoro. Na verdade, um grito de dor. Daqueles “esgoelados”, que doem na alma da gente. A criança, sentindo a picada, quer instintivamente tirar a perna, mas é contida pela mãe. E não é uma picada só, e “passou, passou”; são três: uma na esquerda e duas na direita. Sabe o que é eternidade? A terceira já encontra as duas em frangalhos.


A mãe faz o que precisa ser feito. Sem pensar, sem sentir, sem nada. Não é hora para isso. Se ela se permitisse, nessa hora possivelmente pensaria: “Será que isto está certo? Será mesmo necessário este momento? Será que minha filha, ao me olhar com este olhar de terror e súplica, compreende o que estou fazendo? Ou guardará para sempre, em sua memória infantil, a sensação irracional de desamparo? Como interpretará o momento de firmeza, em que a ‘ofereci ao incompreensível sacrifício’? É melhor nem pensar. Não é hora para isso”.
A perna de Amanda ficou dolorida, naquele dia e no dia seguinte. A cada toque involuntário, a dor e o choro sofrido voltavam, e lembravam a todos daqueles momentos terríveis. Contemplávamos com ternura e culpa aqueles olhos inocentes, marejados de lágrimas.


Passou. Ao terceiro dia, Amanda acordou sorridente, como de costume. Ufa! Ao vê-la sorrir, nossos cuidados também se dissiparam e aquele sentimento de culpa coletiva — por formação de quadrilha — também. Com o alívio, aos poucos, a mãe também voltou a sorrir.


Faríamos de novo? Faremos novamente? Sim. A tabela de vacinas está longe de estar preenchida. Mas esperamos que, com a idade, a menina sofra menos, ao enfrentar o momento com mais discernimento. E cresça em entendimento e confiança, de modo a perceber que essas dores são necessárias, pois evitarão dores maiores no futuro. Mesmo que ela ainda não saiba dizer “poliomielite”. São dores boas, afinal.


Foi inevitável que esse momento nos levasse a uma conexão com Deus; com o Pai que precisa levar seu filho para tomar suas vacinas. Acredito que ele sofra, ao nos ver sofrer; ao nos conduzir, ele mesmo, com a firmeza necessária, a momentos difíceis.


Penso também que ele deseje ver o dia em que lhe diremos: “Pai, eu compreendo que foi uma dor necessária. Apenas, não tinha maturidade para perceber, no momento. Perdoe-me se meu grito extrapolou os limites da submissão. Depois de tudo ter passado, dou-lhe graças porque não foi uma tribulação sem sentido. Ao contrário, sei que o Senhor me tinha no colo o tempo todo. E é assim que desejo registrar em minha memória mais profunda este momento de dor”.


::Rubem Amorese – Ultimato

Quero destinar essa palavra ao meus amigos homens…


Para entendermos o que se passa nesse episódio é importante explicar que o medo de Abraão era real. Os reis pagãos acreditavam que tinham direitos de possuir toda mulher que lhes agradasse, ou seja, Abraão realmente corria perigo o que justifica seu temor, porém a questão não é o medo em si, mas sim como Abraão reagiu ao medo que lhe sobreveio.


Todos nós em algum momento da nossa vida nos deparamos com situações que nos causam medo. Medo de sermos reprovados, medo de seguir uma direção de Deus, medo de começar algo novo, medo de não conseguir liderar e sustentar uma família, medo de tomar decisões e etc. Sentir medo faz parte do ser humano e provavelmente isso nunca vai mudar. Não acredito que exista algum homem nesse mundo que não tenha medo. Por diversas vezes na bíblia Deus falou a homens que eles não temessem e se Deus falou isso a eles é porque estavam com MEDO.


Portanto fica claro que você não é o único que é desafiado pelos medos do dia a dia porém, como lidamos com o medo é que fará diferença em nossas vidas, pois infelizmente hoje vemos homens que se acovardam diante dos desafios que surgem diante deles, muitos homens fogem para não encarar os problemas que diariamente aparecem. Foi isso que Abraão fez. Sua mentira foi apenas uma tentativa de fuga para não encarar uma situação perigosa.


Hoje muito homens mentem para si mesmo, mentem para não encarar a realidade, a realidade de que eles precisam amadurecer e reconhecer que não tem sido tão “homens” assim, pelo contrário tem sido meninos mimados que não conseguem assumir um relacionamento sério e duradouro com uma só mulher, mas defraudam e geram falsas esperanças. Não conseguem se empenhar em um emprego “comum” e honrado mas ao invés disso sonham com projetos que não lhe trazem esforço ou sacrifício.


As tribulações da vida revelam o nosso caráter, portanto ao invés de fugirmos de problemas e de situações desafiadoras, nós homens devemos encará-las e agradecer por elas pois o apóstolo Paulo afirma


“E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações; sabendo que a tribulação produz a paciência, e a paciência a experiência, e a experiência a esperança.” Romanos 5:3 e 4


Não são os problemas que nos amadurecem, mas sim nossa postura diante dos problemas. Qual postura você tem tomado diante dos problemas e desafios que se levantam contra você?
Meus caros irmãos, Deus deu a nós homens a coragem necessária para enfrentarmos e vencermos as adversidades que se levantam contra nós. Precisamos estar prontos para sermos os líderes que a nossa família espera, líderes com coragem necessária para protegê-los.


Nosso mundo precisa de homens corajosos. Homens que reconhecem seus medos mas jamais se entregam a eles.


:: Paulo Carvalho (Cíntia Silveira ) – Do Olhar ao Altar

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