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Sáb, Ago

Sem dúvidas a família faz parte das prioridades de Deus no tocante ao cuidado que ele desprende quando enfatiza desde o gênesis a importância da mesma (Gn 2; 24). Podemos observar na Bíblia que apenas duas instituições foram criadas pessoalmente pelo próprio Deus, a igreja e a família, e se focarmos nossa atenção entenderemos que a primeira esta diretamente ligada a segunda, pois se nossas famílias não se encontram dentro padrão determinado por Deus para sua existência, de forma nenhuma a igreja estará em bom estado.
Deus explicitando o seu desejo para a construção de uma família firme que suportaria os diversos obstáculos que não só o âmbito espiritual, mas também material e secular trariam, documenta, por exemplo, a história de um homem que tem por desafio agregar sua família dentro de um projeto dado por Deus que garantiria sua sobrevivência em meio ao caos vindouro, é o caso do patriarca Noé.
Diferentemente do que imaginamos quando lemos essa e outras narrativas bíblicas, Noé era um homem que possuía as mesmas inclinações ao erro e ao pecado que nós, tinha as mesmas dificuldades de convivência em grupo e com um agravante, apesar de sua “longa vida” Noé não era mais tão jovem quanto seus filhos e suas noras, então além de lidar com suas próprias limitações, ele encararia o desafio de ter que adequar sua linguagem e comportamento ao ritmo de cada integrante de sua família. Além disso, a complexidade do projeto que Deus havia lhe dado convergia para a piora da situação.
Noé também não poderia focar-se apenas na execução na construção da arca, pois fazendo isso negligenciaria alguns aspectos cruciais que garantem o bom convívio em família. Outro fator que dificultaria ainda mais a situação do patriarca seria o fato de que, apesar de está implícito que a obra demoraria e que Deus respeitaria esse tempo, o Criador não determina um prazo para iniciar o diluvio, então Noé teria que trabalhar contra o tempo.
Diante de todas essas afirmações e situações, torna-se realmente difícil perceber ou vislumbrar qualquer possível sucesso que Noé poderia vir a ter sem nos perguntarmos qual seria a solução para que ele executasse o projeto de Deus sem falhar em gerenciar e cuidar também de sua família, mas ao estudarmos a luz da revelação do Espírito Santo poderemos perceber que Noé, convida sua família a de forma irrestrita abraçar junto com ele essa empreitada.
Para que uma família possa sobreviver aos encargos da vida, dificuldades de nosso século e outros problemas que a cada dia surgem com o fim de nos tirar do plano de Deus, é imprescindivelmente essencial que vivamos uma vida de total entrega e devoção ao SENHOR, para que alcancemos como Noé o sucesso de termos uma família feliz e envolvida com Deus e sua obra, e atinjamos a consolidação de uma igreja forte.
O grande desafio de nossas famílias tem sido a abdicação de nossa satisfação ou da realização daquilo que nós individualmente achamos bom para o grupo, e a enorme cratera da falta de comunicação que a cada dia só aumenta dentro de nossos lares.
Devemos refletir sobre o que nossas famílias significam para nós, e de quanto tempo temos desprendido interesse em elevar nossos lares no conhecimento de Deus, pois vemos que Noé e sua casa foram salvos, pois ele achou graça aos olhos do Criador sendo homem justo e integro entre seus contemporâneos (Gn 6;9), um homem que andava com Deus, que conhecia o Senhor e o amava, prezava pela retidão e justiça, coisas que ao lermos a bíblia vemos que fazem parte dos atributos do próprio YAHWEH.
Enquanto não elevarmos nossos lares ao um vínculo estreito com Deus, de maneira que reflitamos o caráter do Altíssimo em nossa vida, jamais conseguiremos atingir a convivência em um lar onde a presença pacífica de Cristo atua de forma direta. Como podemos servir em espírito e verdade a um Deus amoroso e justo se não sabemos quem Ele é, e qual é o desejo dele para nossa família? Para que isso seja possível devemos observar os conceitos que abraçamos atualmente, pois vivemos em uma sociedade que se farta e se limita apenas a aquisição material ou bem-estar promovido através disso.
Que aboliu completamente o conceito histórico e bíblico de família, para viver uma ilusão onde nem através dela se está satisfeito. Não podemos deixar que esses pensamentos e atitudes invadam a igreja ferindo assim a intenção de Deus para a família. Noé e seu lar obtiveram sucesso, pois cada integrante da família se desligou de suas próprias vontades, desejos, e sonhos para servirem a um propósito maior, que exigia a integração e interação plena de todos.
Que possamos também fazer o mesmo, abrir mão do nosso “eu” para que prevaleça o “nós”, pois sem isso de forma alguma chegaremos à satisfação de Deus em nossa família e atingiremos a plena felicidade.
Para que tenhamos o mesmo ou maior sucesso que Noé, devemos estar dispostos a fazer o mesmo ou mais que ele.

Quando se fala em conselhos matrimoniais a primeira coisa que me vem à mente é a conhecida frase: “Roupa suja se lava em casa”. O problema é que este conselho vem sendo seguido por cada vez menos pessoas na “Era Facebook”.
A ânsia por expor tudo que acontece em nossas vidas está nos conduzindo a divulgar coisas que não deveriam ser mostradas, inclusive dentro de relacionamentos. As coisas chegam ao cúmulo de cônjuges enviarem “indiretas” via redes sociais.
Relacionamentos devem ser tratados olho no olho. Não devem utilizar nenhuma intermediação tecnológica para tal fim. Mentir cara a cara não é tão fácil como mentir via WhatsApp, se fazer de ingênuo ou de vítima, também não.
Nossas expressões sempre denunciam o que realmente queremos dizer. E quem mais no conhece neste momento são nossos parceiros.
Uma das coisas que você aprende fazendo “Casados para Sempre” (ótimo curso da Universidade da Família) é que o casamento é feito por duas pessoas e elas sempre tem partes em qualquer problema que venha a existir no relacionamento.
Quando vemos alguém querendo culpar seu cônjuge por seu relacionamento não ter dado certo, você sabe que existe incoerência. Ao culpar o outro pelos erros do casamento, você está dizendo que fez tudo certo e seu parceiro tudo errado.
Essa é uma prática recorrente nas separações. O engraçado é que um sempre culpa o outro. Ou seja, os dois tem partes de culpa na questão.
Tudo isso fica mais complicado quando você junta problemas conjugais com redes sociais. Sua voz pode ser projetada enquanto a voz do seu cônjuge não, e aí, como se faz julgamento de dois sem ouvir um?
As pessoas não querem (ou não deveriam) saber de sua vida privada com seu esposo(a). Se há problemas, trate-os internamente. Procure ajuda de pessoas capacitadas e de sua família, mas não exponha tais coisas. Haverá sempre mais escândalo do que edificação (se é que pode existir edificação).

Como estão as suas convicções? Bem, ser evangélico é uma opção que podemos ter nas nossas escolhas de vida, uma forma de encarar o mundo que nos rodeia, então, ser evangélico é acreditar em Deus e no seu filho Jesus Cristo com o objetivo de um dia poder entrar no céu.
Para isso existem alguns fatores em que nós temos de nos preocupar, como amar o próximo, fazer realmente o bem, deixar de julgar, falar dos outros e muitos mais tópicos que não vou mencionar.
E a sua sexualidade é importante para você? Você sabe o que é sexualidade? Neste momento deve estar intrigado com as minhas perguntas, deixe-me esclarecer uma coisa, sexualidade não é apenas sexo, é um termo abrangente que inclui vários fatores, como de indivíduos, opções sexuais, idade e comportamento.
A sexualidade é a capacidade de a pessoa entender o seu comportamento em relação à outra pessoa na relação sexual, no caso falamos que a sexualidade é a saúde de um individuo perante o sexo.
É possível juntar esses dois mundos dentro de uma pessoa e existem vários exemplos de como isso é possível, claro que você agora se pergunta como, na Bíblia Sagrada existem muitos exemplos disso, homens e mulheres que acreditaram em Deus, serviram a Ele e O honraram, sem deixar de lado a sua convivência com a pessoa que estava do seu lado, o maior exemplo disso é o Rei Salomão, Elcana e Ana, Jacob e Raquel, Rute e Boaz, David e muitos outros.
Na realidade o que eles fizeram foi simplesmente amar a Deus sobre todas as coisas e mesmo assim continuar se amando como pessoas, amar quem estava do seu lado e se preocupar em fazer a outra pessoa feliz, então, a relação sexual se torna importante no seu casamento, mas não deve ser a única preocupação do casal, e sim uma ligação de amor que Deus os deu no casamento de ser feliz um com o outro, se todos puderam fazer isso no passado, hoje também devemos ter essa capacidade, amar e cuidar significa ajudar uma árvore a crescer (casamento ou relacionamento) com uma raiz forte e bem alicerçada para que possa ter um tronco forte, galhos viçosos capazes de dar folhas, flores, frutos e ainda abrigar.
Então, casar esses dois mundos (ser evangélico e a sua sexualidade) é querer cuidar da sua alma e cuidar do seu(a) parceiro(a). Apesar de a salvação ser individual, quando casamos tornamo-nos um só, mas se uma parte fizer o(a) parceiro(a) trair por falta de carinho, atenção, amor, sexo, apoio no casamento, será que perante Deus você não vai ter alguma responsabilidade? Devemos cuidar de quem está do nosso lado, porque estamos a cumprir uma determinação deixada por Deus e Jesus Cristo, “amar o teu próximo como a você mesmo”, quem é o teu próximo mais perto de você?
Seja feliz no seu casamento!

Vivemos em tempos assombrosos. A “família” é constantemente atacada, constantemente afrontada. Vemos pais matando, humilhando, massacrando seus filhos, e infelizmente a recíproca é verdadeira. Neste mundo corrompido pelo pecado, infelizmente nos deparamos com famílias cristãs despreparadas, sem fundamento sólido, sem base.
Já não se reúne mais os filhos ao redor da mesa para a realização de um culto doméstico, por exemplo. De modo trágico, até os momentos de refeição já são realizados de forma quase que solitária. Corroborando com isto, o avanço tecnológico, somado ao seu péssimo uso, serviu para aproximar os distantes, porém distanciando os que eram próximos.
Vemos pais que não se aproximam de seus filhos, não acompanham seu dia a dia escolar, não investigam os círculos de amizade, as conversas, os jogos. Os pais, em sua grande maioria, abriram mão da educação de seus filhos, lançando-os ao vento.

Pai, mãe, você sabe o que seu filho tem aprendido na escola? Sabe se ele sofre ou pratica o bullying? Conhece os professores dele?
Vemos uma geração de pais que deseja um futuro espetacular e abençoado para seus filhos – mas que não participa deste processo de aprendizagem! Os genitores, guardiões, detentores do cuidado e zelo pela vida, educação e alma de suas crianças tornaram-se como que apáticos, “dando de ombros” para aquilo que estas aprendem nas escolas. Em um momento tão terrível para a educação brasileira, que enfrenta constantemente assaltos advindos das mais diversas ideologias e pensamentos, os “guardiões da moral” calam-se perante o massacre que acontece nas salas de aula.
Cada criança e adolescente de hoje é o pastor, o educador, o “cristão exemplo” de amanhã. Agora, formamos o caráter de vários de nossos pequenos irmãos, também chamados por Cristo à obra. Este é um alerta à Igreja, naturalmente, mas de modo especial aos pais: vocês são os responsáveis diretos pelo futuro de seus filhos. Se no Ensino Médio seu filho desviar-se dos caminhos do Senhor por culpa de uma ideologia qualquer, acreditando que ninguém nasce “homem” ou “mulher”, mas que estes conceitos são definidos e escolhidos pelo indivíduo, é porque provavelmente você não lutou contra a ideologia de gênero quando sua criança estava no Ensino Fundamental. Estes ataques são sutis, e devem ser observados com cautela.
Como por exemplo, há de se citar um filme antigo, chamado no Brasil de “Babe, o porquinho atrapalhado”. Em termos gerais, a longa metragem conta a história de um porco que sonhava em ser um cão, com o objetivo de ajudar no pastoreio das ovelhas. Ao final do filme, Babe alcança seu objetivo, desenvolvendo as atividades deste canino, mesmo sendo um suíno. Em outras palavras, alguém que “venceu as barreiras da biologia e conseguiu transformar-se no que queria”. É esse tipo de informação que seu filho provavelmente recebe diaria e continuamente.
Em contrapartida, pela Graça de Deus, temos também alguns pais mais responsáveis, que participam de forma ativa na criação de seus filhos. Entretanto, confesso que muito me preocupo com estes também, pois alguns realizam este tão importante processo de uma maneira extremamente equivocada. Dizem, de forma constante, que pretendem criar seus filhos “para o mundo”, “para que sejam bons profissionais” ou “boas pessoas”. Para que tenham um “com caráter”.
É aqui que desejo dar início à explicação do porquê o versículo trinta e um, do capítulo primeiro e da primeira carta de Paulo aos de Corinto ser o texto base para este sermão. Paulo escreve este verso em questão num contexto muito diferente do que vivemos atualmente. Tensionando abordar a questão da “liberdade cristã”, o apóstolo utiliza de exemplos voltados à alimentação e bebida, concluindo sua linha geral de pensamento afirmando que tudo deve ser feito para glória de Deus. Quanta riqueza nesta tão simples expressão!
Quando, analisando o texto em sua linguagem original, o grego, vemos que o significado destas palavras é mais profundo que em nossa língua materna. Paulo está afirmando que o “foco”, o “alvo”, o “topo” de todo Cristão deve ser “honrar”, “exaltar”, “adorar” a Deus em todos os momentos.
Com isto, deixo a seguinte pergunta: o que é, então, criar um filho para a glória de Deus? Pois bem, vamos às respostas.

Saiba que a criança é mais filha de Deus que de você
Observando a vida de Abraão, o patriarca, notamos o quão firme era esta verdade em seu ser. Foi pai de Isaque quando já em idade avançada, tendo sonhado com esta promessa de Deus por todo o tempo em que peregrinou na terra. Quando cumprida, o Senhor então requer de Abraão a criança. O próprio Deus, ao requerer tal sacrifício do patriarca, afirma o quão apegado Abraão era a seu herdeiro.
“E aconteceu depois destas coisas, que provou Deus a Abraão, e disse-lhe: Abraão! E ele disse: Eis-me aqui. E disse: Toma agora o teu filho, o teu único filho, Isaque, a quem amas, e vai-te à terra de Moriá, e oferece-o ali em holocausto sobre uma das montanhas, que eu te direi”. Gn 22.1-2
Os filhos são herança do Senhor (Sl 127.3), como que presentes do Soberano a quem tornar-se-á pai ou mãe, mas devem ser criados de modo a glorificar a Deus em primeiro lugar. Gostamos de citar que o primeiro mandamento com promessa é o de honrar os pais (Ex 20.12), porém é necessário ter em mente que há outro mandamento acima deste, que por Cristo foi dito como o maior de todos (Mt 22.36-38), e que os genitores precisam constantemente trazer à mente: amar ao Senhor de todo o coração, de toda alma e de todo pensamento.
Os filhos devem ser criados para servir a Deus, glorificando ao Santo nome do Senhor, honrando, então, o nome de seus pais ao fazê-lo.

Seja o exemplo de seu filho
Há algum tempo encontrei um artigo sobre o porquê de o autor não ler mais a bíblia em casa através de aparelhos eletrônicos, e sim utilizando-se do “livro”. Naturalmente, não apontou que é pecado fazê-lo, mas um dos argumentos utilizados – e entenda, foi algo pessoal do autor em questão e que partilho como linha de pensamento – é que seus filho o veriam lendo as Sagradas Escrituras. Este ponto, acima de todos os outros elencados, foi o que me saltou aos olhos: um pai, pastor, escritor e pregador, abrindo mão de um “conforto tecnológico” para dar exemplo aos filhos.
Há um velho ditado que afirma que uma atitude vale mais que mil sermões. Ao observarmos a Bíblia, vemos que isso é verdade. Cristo, enquanto aqui caminhou, ensinou a seus discípulos através de inúmeros sermões, porém deixou também sua Doutrina gravada através de seus passos. Quando no momento de ensinar a seus seguidores como orar, Jesus lhes dá um exemplo de oração (Mt 6.9).
Quanto a isto, cito até mesmo meu exemplo. Quando pequeno, após dar início à caminhada na fé cristã, a ideia de ler a Bíblia ou de orar sequer passavam por minha cabeça. Minha mãe, de forma zelosa e muito preocupada, tentava a todo custo me estimular para fazê-lo. Quanto mais ela insistia, menos eu me aproximava da Palavra. Dado momento, notei que ela parou de insistir, e apenas sentava-se no sofá da sala e por horas debruçava-se nas Escrituras. Este exemplo dela, esta devoção, foi despertando em mim o desejo de me parecer com o que ela havia se tornado após este hábito diário: uma pessoa mais calma, prudente, separada, desenvolvendo o fruto do Espírito.

Crie seu filho nos caminhos do Senhor
Sim, soa muito óbvio isso, mas existe um número absurdo de pais que não entendem o “chamado discipulador” que recebem quando no nascimento de uma criança. Criar a criança nos caminhos do Senhor vai muito além de apenas levá-la aos cultos e entregá-la às “tias dos cultinhos infantis”. É investir no “crescimento espiritual” de seu filho. É saber incentivá-lo na busca, procura, anseio pelo Criador e seus estatutos. É pregar, em seu coração, as Leis de Deus. No passado, disse Moisés ao povo:
“E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; E as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te”. Dt 6.6-7
Crie seu filho para que ele não seja apenas um “pregador” ou “cantor”, mas sim um verdadeiro cristão em todos os momentos
Pode parecer contraditório ao que exposto no início deste sermão, mas capacite seu filho através de estudos, aulas e demais meios de ensino – isso, os dito “seculares” – para que ele tenha uma sólida formação profissional, e que através de sua futura atividade laboral ele venha a glorificar ao Senhor. Prestamos a Deus um culto rico quando ele é constante e saudável, sob os termos bíblicos, e não apenas nos dias de reunião na igreja. Que seu filho não minta quando fizer algo errado e for repreendido pelo supervisor. Que ele não esconda a nota baixa de você, por medo de uma severa correção. Ser “cristão” é ser como Cristo.
Por fim, e nesta conclusão é que apresento o quinto ponto, e creio que seja um dos mais importantes, ame seu filho. Você tem o dever de cuidar dele, ensiná-lo nos caminhos em que deve andar, então cumpra este dever para com o Senhor de forma amorosa, como convém a pais verdadeiramente cristãos.

Criar filhos é um desafio em que todo cuidado é pouco. Educar requer amor, tempo, abrir mão de vontades próprias em favor do outro, dar bons exemplos. Ser bons pais é algo que se aprende diariamente, é um ato de escolha, respaldado por meio de uma vida de retidão perante Deus, oração e leitura da Bíblia. A partir dessas condutas, o Senhor poderá dar direções que certamente levarão pais que se prostram diante dEle a adquirir capacidade para tomar decisões corretas perante o desafio de educar seus filhos. Pais que se dobram ante o Criador verão seus filhos de pé!
A maioria dos pais é bem-intencionada, quer ser assertiva. Todavia, inúmeros fracassam por se envolverem nos múltiplos papéis que desempenham e acabam perdendo a direção de como agir na construção de uma relação saudável, de um vínculo de afeto com seus filhos.


Conselhos

  • Pais, mantenham o foco na relação diária com seus filhos. Conversem, deem afeto, carinho, amor, participem da vida deles. A sua escolha por estar perto trará segurança, despertará neles a sensação de serem amados, amparados.
  • Escutem o que seus filhos têm a dizer, seja através de palavras, gestos ou atitudes. Corrijam com amor, evitem punições ou castigos incoerentes com a falta cometida. Eduquem, amem, invistam, incentivem, reforcem a conduta positiva.
  • Falem baixo, olhem nos olhos do (a) seu (ua) filho (a). Repitam as informações, quando necessário, até que haja compreensão.
  • Não gritem, não comparem de forma negativa, inferiorizando-os. Não castiguem com raiva.
  • Seu filho é sua herança! Ame-o, proteja-o, seja seu exemplo.
  • Deus te abençoe!


:: Vanessa Rezende

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