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Sáb, Ago

E Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra. Gênesis 1:28
Observamos que logo depois de ter criado toda a criação, o Senhor Deus, criou o homem. Nos registros anteriores, percebemos que este ganha certa importância na criação, pois deverá gerenciá-la, estando logo abaixo do Criador na cadeia de comando.
Grande poder de fato foi dado ao homem, mas como todo grande poder, isso requer dele enorme responsabilidade no cumprimento de seus papéis. No ambiente do lar isso não muda, o homem continua exercendo papel de subgerente da criação, mas agora não só este oficio está sobre seus ombros, mas também deverá, como sacerdote, apresentar em seu lar honrado diante do Altíssimo.
Ser o príncipe do lar, é de fato uma posição de honra e destaque, mas o verdadeiro homem, não usa isso como justificativa para fazer com que ele seja o centro do lar, tendo de ser servido por todos (esposa e filhos), muito pelo contrário, agora muito mais do que os que estão sob seus cuidados ele deve trabalhar exaustivamente para que tudo ocorra segundo os princípios estabelecidos pelo Reluzente.
Nossa sociedade tem o vicioso costume de distorcer princípios, o que não é nenhuma surpresa, pois sabemos que isso é efeito da ação do pecado no homem. Umas destas distorções acontece quando se olha para o conceito de família e até do homem (espécie) que o mundo têm. Para uma ala crescente da sociedade, homem e mulher devem ser iguais, sem que um exerça liderança ou domínio sobre o outro. Para esse grupo, os papéis do primeiro podem, sem qualquer problema, ser executado pelo segundo.
Outra distorção é quanto a formação da família. A noção homem + mulher = família, vem sendo brutalmente atacada, sendo disseminado o diabólico conceito de que família na verdade é um indivíduo que ama outro indivíduo, estando esta junção livre de requisitos de gênero em sua formação.
Ainda uma outra afronta há que se confronte com o padrão bíblico, a cultura dos “homeninos”. Homens que não são construídos sobre princípios de responsabilidade, equilíbrio, integridade, esforço, cada vez mais ocupam espaço na sociedade. Homens que não exercer suas funções com qualidade, mas preferem se acovardar das responsabilidades do trabalho, da gerência de uma lar, e querem apenas obter dinheiro para gastar em festas, onde se relacionam despretensiosamente com quantas “mulheres” puder.
Além disso, gastam toda a vida em programas que não traz nenhum aprimoramento a sua masculinidade e valores que estão atrelados a mesma, perdem tempo com videogames, futebol, não que essas atividades em si sejam ruins, mas tais homens as praticam como fuga da realidade carregada de obrigações, até porque não estão qualificados para tal.
O cetro foi concedido ao homem para que o mesmo pudesse administrar toda a criação em harmonia para uma adoração ao Soberano, através do bom funcionamento da mesma, exatamente como o próprio Criador o fez. De forma alguma isso deve fomentar algum tipo de vaidade ou orgulho, pois o não somos soberanos como é apenas o Reluzente, devemos com humildade exercer nosso papel na criação.
Ensinar nossas esposas a lei de Deus, e exortá-las com todo amor e carinho, para que ela tema e trema diante do Rei, e assim o obedeça. Educar nossos filhos nos caminhos do Mestre, usando de empenho e reverência, para que os mesmo aprendam que a lei do Senhor é boa, e possam caminhar conforme ela.
O totalitarismo exercido no lar, em hipótese alguma se adéqua ao pensamento do criador para a família. O cetro é uma ferramenta, não apenas um símbolo. Um homem segundo o coração de Deus, deve se sacrificar pelo bom andamento do seu lar. Ainda que custe gotas de sangue, ou mesmo sua vida, ele foi nomeado pelo Reluzente para edificar seu lar sob o que fala as escrituras, e por elas, deve instruir cada membro de sua casa e amar o Senhor Deus de todo coração, de toda alma, com todas as forças.
Não há regalias no oficio de rei do lar operado pelo homem. Com isso, também não é queremos dizer que somente há sofrimento e árduo trabalho atrelado ao papel do homem, no entanto o prazer do homem deve ser a edificação do seu lar, segundo o princípio bíblico. O cetro é pesado, mas o homem bíblico deve sentir alegria ao carregá-lo, pois para isso ele fora incumbido, para promover a harmonia de sua casa em adoração ao Criador.
Cristo triunfa!

É na família que o ser humano, dotado de personalidades e sentimentos diversos, mais se desenvolve, inclusive no contexto da família extensiva, que é aquela em que não somente os pais e seus filhos, mas outros familiares – avós, tios, primos, sobrinhos ou outros parentes compartilham um lar. Se uma família estiver desestabilizada, dificilmente seus membros terão êxito em seus objetivos, conquistas e sonhos pessoais.
Até mesmo o trabalho, os estudos e relações extrafamiliares poderão ser afetados. É praticamente impossível dissociar uma coisa da outra, ainda mais quando vínculos são quebrados dentro do âmbito familiar. Lamentavelmente, é comum a crise familiar por motivo de palavras duras e ofensivas. Na Bíblia, Davi e Mical vivenciaram este impasse. As palavras críticas e injustas de Mical contra seu esposo, Davi, foram drásticas, causando um conflito no relacionamento (2 Samuel 6:16-26). Provérbios 15:1 diz que “…a palavra dura suscita a ira.” No livro As cinco linguagens do amor, o escritor Gary Chapman, autor de vários outros livros de relacionamento afetivo, destaca a primeira linguagem do amor, que é palavras de afirmação.
Neste princípio, Chapman afirma que: “Focalizar os aspectos positivos, expressar apreciação pelas qualidades do cônjuge são atitudes que costumam motivá-lo e aprimorar seu comportamento”. Independente de como seja sua família, aprenda a honrar cada membro dela com palavras que irão promover crescimento e não abatimento emocional. Ainda segundo Chapman, as palavras de afirmação vivificam e as de condenação matam. Boas palavras devem permear não só a vida do casal. Quantos pais e filhos estão corroendo seus lares com discussões verbais ou estão em forte sofrimento emocional por falta de receberem um incentivo ou elogio? A respeito das palavras amáveis, Salomão afirmou que elas são medicina para o corpo (Provérbios 16:24).
Como está a troca de elogios em sua família? Devemos cultivar o hábito de elogiar com sinceridade. Os elogios aumentam nossa autoestima e nos motivam a irmos além! A Bíblia não é um livro que só apresenta situações de punição, advertência e repreensão. Nela, há menção de elogios, como em Hebreus 11:4-39, a respeito dos heróis da fé, e em Provérbios 31:10-31, em relação à mulher virtuosa. Maria, ao visitar Isabel, foi elogiada em alta voz: “Bendita és tu entre as mulheres, e bendito o fruto do seu ventre!” (Lucas 1:39-42). Enfim, a lista é grande. Os elogios devem ser considerados não apenas na área verbal. Nossa postura normalmente passa uma mensagem. Na área da psicologia comportamental, o elogio pode ser considerado como um reforço positivo.
Há algum tempo, vi uma pesquisa interessante em uma revista de psicologia. No início do século XX foi avaliada a capacidade de meninas do 4º e 6º anos do ensino fundamental para resolver o maior número possível de problemas de matemática (de um total de 30) em 15 minutos, durante 5 dias consecutivos. Em um dos grupos, todas as estudantes eram repreendidas, independentemente do seu resultado, e tinham que ficar em pé diante de toda a classe para ouvirem a bronca. As meninas do segundo grupo eram sempre elogiadas, qualquer que fosse seu desempenho. Um terceiro grupo era constituído por alunas que eram sempre ignoradas. Observou-se que as meninas que foram elogiadas aperfeiçoaram-se com rapidez, resolvendo cerca de 20 problemas depois de 5 dias de treino. Inversamente, o grupo repreendido, que teve melhores resultados no segundo dia, viu seu desempenho decair, até se igualar ao do grupo ignorado.
Portanto, nesta pesquisa, houve um desempenho maior das meninas que foram elogiadas. Seja sensato! Procure trabalhar áreas negativas observadas com amor e mansidão e enalteça os aspectos positivos já existentes em sua família. Evite expor as falhas de seu cônjuge, de seus pais, filhos e irmãos. Vivamos na prática a música que cantamos muito em nossas igrejas: “Quero que valorize o que você tem. Você é um ser, você é alguém tão importante para Deus. Nada de ficar sofrendo angústia e dor neste seu complexo interior, dizendo às vezes que não é ninguém: Eu venho falar do valor que você tem…” Infelizmente, algumas vezes, temos tido um comportamento ambivalente quanto às nossas palavras: na igreja, elas agradam, em casa, elas agridem.
Há poder em nossas palavras! Nosso sucesso começa dentro do lar. Ao cuidarmos de nossa família, seremos também cuidados por ela. “Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros” (Romanos 12:10). Você tem honrado sua família com suas palavras? Elas tem agradado os ouvidos de Deus?

Não porei coisa torpe diante dos meus olhos; aborreço as ações daqueles que se desviam; isso não se apagará a mim. Salmos 101:3.
Cada ano que passa eu fico impressionado com o conteúdo que a televisão Brasileira tem passado para as nossas famílias e filhos. Principalmente os chamados programas intitulados de “Reality Shows”. A Fazenda, BBB, Estes programas ficam mais ousados cada edição ou sem nenhum pudor nem vergonha. Eu sinceramente fico me perguntando: cadê as autoridades Brasileiras? Quem dizem “controlar a mídia e conteúdo nela contido, para que as nossas crianças não vejam o que não devam”?
Mesmo por curiosidade, ficar diante destes programas é querer se contaminar, pois nada se aproveita nada, ao contrário, entra nos nossos olhos, sobe para a nossa mente, desce ao coração e cometemos pecado. Por mais espiritual que sejamos, impossível sair sem pensar no que acabamos de ver. Ou eu alimento meu homem espiritual ou alimentarei minha carne que por natureza, já clama e geme por estas coisas.
Sinceramente eu te pergunto: O Que aprendemos com estes programas? O que eles tem de utilidade publica? O que meus filhos aprenderão assistindo os mesmos? Porque tanto ibope nestes lixos?
São perguntas que sabemos muito bem as respostas, e que uma vez dita chocam os seguidores e adeptos destes programas. O que me deixa muito triste é ouvir comentários destes programas por pessoas que dizer ser crentes em Cristo Jesus. Dentro do pátio de nossas igrejas, “estes” comentam sobre quem ficou com quem, quem saiu do paredão e detalhes ocultos nos mesmos. Parece cômico, mas é pura realidade o que está ocorrendo.
O Salmista através do texto base desta mensagem, diz: Não colocarei coisa “torpe” diante dos meus olhos, ou seja; pecado algum que venha contaminar minha mente e me fazer pecar.
Tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro,. tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama,. se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai. Filipenses 4:8
Jesus certa ocasião comentou com seus discípulos o quanto eles poderiam se contaminar simplesmente através dos olhos, veja:
A candeia do corpo são os olhos; de sorte que, se os teus olhos forem bons, todo teu corpo terá luz; se, porém, os teus olhos forem maus, o teu corpo será tenebroso. Se, portanto, a luz que em ti há são trevas, quão grandes são tais trevas! Mateus 6:22-23
Eu sinceramente não creio que um crente cheio do Espirito Santo gaste seu tempo diante de tantas aberrações e abominações que tentam passar para as nossas famílias.
O certo virou errado e o errado agora é “certo”, onde vamos chegar desta forma? Brasil rumo a Sodoma e Gomorra.
Isso fede diante de Deus, ainda bem que minha TV tem um botão chamado: Liga/desliga e que nem passo neste horário por este canal, para que porventura meus filhos tenha que ver algo obsceno.
Que nós, Servos de Deus, possamos ter discernimento e saber o que é licito ou não para colocar dentro de nossa casa e diante de nossos olhos. Somos livres e temos total liberdade de escolha, mas as escrituras nos indica o melhor caminho. Cabe a nós aceitarmos e obedecermos para não morrermos espiritualmente.
Eu não colocarei nada de Mal diante dos meus olhos. Que seja esta a nossa oração todos os dias. Deus te abençoe ricamente hoje e sempre e te faça crescer na graça e no conhecimento.
“Em cada um de nós existem três pessoas: a que nós achamos que somos; a que os outros pensam que somos; e a que Deus sabe que somos.”(Leonard Ravenhill)

“De qual cabeça desocupada saiu esta ideia de permitir o Estado de intervir na educação familiar, como lei deste tipo pode fazer as pessoas mais felizes, já que existem leis que punem os abusos contra crianças? Agora, crianças vão até a delegacia mandar prender os pais…”disse Magno Malta no plenário do Senado, no dia da aprovação da Lei da Palmada, lendo um texto de autoria do jornalista Ricardo Kostcho, assessor direto do ex-presidente Lula, que deixa claro que as famílias estão diminuindo o uso das palmadas, mas nem por isso a violência deixou de crescer.
Para furar a resistência à Lei da Palmada, seus promotores mudaram seu nome para Lei Menino Bernardo — menino que antes de ser assassinado denunciou os abusos que sofria em casa do pai e madrasta. Mesmo sabendo que o Código Penal já lida suficientemente com esse tipo de crime, os parlamentares cristãos ficaram de joelhos diante da estratégia de uma militância claramente abortista.
A estratégia para aprovar rapidamente a lei foi encostar os defensores da família na parede com a acusação: “Se você é contra o assassinato de crianças, tem de aprovar essa lei.”
Estratégia idêntica foi utilizada pelos promotores do PLC 122, que passaram anos dizendo: “Se você é contra o assassinato de homossexuais, tem de aprovar essa lei.”
Para evitarem eternas acusações pérfidas e mentirosas de cumplicidade com assassinatos, os parlamentares evangélicos e católicos deverão se deixar vencer por tudo quanto for golpe baixo dos lobos esquerdistas da política? Deverão aprovar tudo o que os lobos querem?
Quando Xuxa havia sido recordada pelo Dep. Pastor Eurico em audiência pública sobre a Lei da Palmada duas semanas atrás de que seu passado na promoção da pedofilia no filme “Amor Estranho Amor” a desqualificava de se portar como defensora das crianças, a imprensa imediatamente tomou o lado e as dores de Xuxa, se ofendendo com uma acusação 100% verdadeira, como se ela nunca tivesse cometido nenhuma incitação sexual entre crianças.
Em contraste, quando Xuxa e outros promotores da invasão estatal nos lares compararam palmadas com incentivos de assassinatos de crianças, os parlamentares ditos cristãos — com exceção de Magno Malta, Pr. Eurico e Jair Bolsonaro — abraçaram a acusação 100% mentirosa, como se todos os pais e mães do Brasil que já aplicaram cintadas, varadas ou palmadas fossem merecedores de serem comparados com cúmplices de assassinos.
Para o senador evangélico, esse caso deveria ter sido um prato cheio. Afinal, Malta ficou famoso como responsável pela CPI da Pedofilia. Que moral sua atuação vai ter se ele não consegue confrontar as incitações sexuais entre crianças que Xuxa cometeu durante sua extensa carreira? Ou ele só está atrás de infratores que não sejam da poderosa e intocável indústria midiática?
Xuxa é, sem dúvida alguma, um peixe grande amparado por uma indústria midiática que posa de defensora das crianças, mas despeja toneladas de conteúdo sexualizante que incita impunemente abusos entre crianças. Xuxa é reflexo da indústria que a fez e a protege ainda hoje.
Ninguém pode dizer a ela ou a essa indústria o que eles são, mas eles sentem autoridade para dizer aos pais e mães do Brasil o que eles não são.
A Lei da Palmada foi aprovada no Senado Federal em 4 de junho de 2014 com o apoio da presidente Dilma Rousseff e agora aguarda sua sanção oficial para se tornar lei. Será a festa que os abortistas estavam esperando. Eles podem até perder as próximas eleições, mas sua invasão e presença, através de suas leis, já estão garantidas em cada lar do Brasil.
Tudo parecia armado de antemão para uma festa de aprovação no Senado. Os ministros de Dilma estavam presentes no plenário, ansiosos aguardando a “surpresa” planejada. Presente também estava Xuxa, que foi convidada por Renan Calheiros, presidente do Senado, para “simbolizar a nova lei.”
Que tipo de símbolo? De gerar uma filha sem pai? De criá-la com um batalhão de babás e outros funcionários, raramente visitando a menina?
Infelizmente, Malta se esqueceu de mencionar essa importante informação, talvez querendo evitar atritos com uma imprensa cruel que está determinada a manter Xuxa blindada e protegida em seu histórico de incentivo à pedofilia e em sua obsessão atual de posar como “protetora das crianças.” O linchamento midiático do Pr. Eurico parece ter amedrontado Malta.
Mas o senador evangélico já agiu certo no passado.
Quando a Frente Parlamentar Evangélica fez um acordo vergonhoso com o governo de Dilma para avançar essa lei dois anos atrás, Magno Malta, apesar de suas fortes ligações com Lula e Dilma, se levantou, se destacando com uma postura diferente e ousada, dizendo que a “Lei da Palmada é uma agressão à família.”
Mais recentemente, ele parece ter amenizado sua postura, conforme registrado em seu site pessoal, que afirma que “ele fez questão de dizer que ‘não desaprova’” a Lei da Palmada.
Afinal, ele aprova ou desaprova? O que foi que fez Malta amenizar? O assunto é sério ou não?
O que é realmente crime: palmada ou pedofilia?
Quando tinha mais de 18 anos, Xuxa encenou no cinema cena erótica de nudez com um menino de 12 anos. Se durante anos ela nunca aceitou a acusação 100% verdadeira de que ela incitou e promoveu a pedofilia, por que os pais e mães do Brasil devem aceitar a acusação 100% mentirosa dela e do governo comparando palmadas com assassinatos?
Se Xuxa não aceita ser chamada de criminosa, por que os pais e mães devem aceitar tal acusação? Por que Magno Malta está hesitando entre condenação e aprovação?
O site do senador registra que ele disse: “O que o Senado está fazendo é um crime contra ele mesmo.” Mas essa declaração parece se referir não à lei em si, mas ao modo rapidíssimo com que ela foi aprovada.
A Lei da Palmada chegou ao Senado num dia e no dia seguinte já estava sendo votada e aprovada, na presença dos ministros de Dilma, que já estavam preparados para a festa “surpresa” — uma surpresa muito bem planejada, pelo visto, entregue de bandeja pela bancada evangélica.
O próprio senador Magno Malta confessou que a lei foi aprovada “a toque de caixa, com um inédito pedido de vista de apenas 1 hora, ou seja, os senadores não debateram o conteúdo da nova Lei.”
Ora, Malta tem dado apoio ao governo do PT por mais de dez anos. Quando foi que, para aprovar um projeto, o PT não fez uso de astúcia? Ele não desconhece a malícia do governo de Dilma. Se fosse ignorante, o PLC 122 já teria sido aprovado há muito tempo, pois muitas foram as vezes que o PT e seus aliados tentaram, na surdina, aprová-lo. Mas Malta estava atento. Por que ele perdeu a atenção no caso da lei xuxesca que acusa falsamente os pais aplicadores de palmadas como potenciais assassinos de crianças?
Por que Malta não desafia Xuxa a apoiar uma lei que verdadeiramente defenda crianças de assassinatos? Por que Malta não cria uma lei que proteja as crianças desde o momento da concepção e pede que Xuxa abrace a causa? Nesse caso, Xuxa até pode comparar aborto com assassinato de crianças, pois é uma acusação 100% verdadeira. Ela até pode dizer que o governo de Dilma e seus ministros têm uma queda especial por esse crime, pois é uma acusação 100% verdadeira. Ela até pode dizer que a grande imprensa tem igual queda, pois é uma acusação 100% verdadeira.
Quem sabe se envolvendo com acusações verdadeiras ela não para de se envolver com acusações falsas e malandras, comparando pais aplicadores de palmadas com potenciais assassinos de crianças.
Fica a dica para o senador Malta.
Mesmo vacilando entre condenação e aprovação, Malta disse lucidamente: “É muito risco votar sem saber direito no que está sendo votado. A mãe que puxar a orelha do filho que não obedece, agora, corre risco de ser criminalizada.”
A Lei da Palmada é fruto de um governo que Malta sempre apoiou como se fosse pró-família. Quando líderes católicos e evangélicos tentaram alertar antes da eleição presidencial de 2010 que Dilma Rousseff e o PT eram abortistas, Malta saiu na defesa deles, tratando a mentira de Dilma e do PT como se fosse verdade, e tratando os alertas verdadeiros dos líderes cristãos como se fossem mentiras. Foi um apoio na base da pura mentira. Permitir agora que essa lei avance é permitir que um governo de mentira minta contra as famílias.
Se Malta teve coragem e persistência, durante anos, de sustentar a mentira de que o governo de Dilma é pró-família, por que agora ele não se engaja na luta contra a mentira desse governo que retrata as famílias aplicadoras de disciplina física como comparáveis a assassinos? Por que ele não abre a boca para dizer que o verdadeiro assassino é o governo sentado na cadeira de juiz que busca de todas as formas e mentiras implantar e impor o aborto no Brasil? Ou ele vai ver a aprovação da Lei da Palmada como fim da história?
Bancada evangélica precisa ser cobrada
Magno Malta deveria também cobrar da Frente Parlamentar Evangélica (FPE), que teve papel fundamental na aprovação da Lei da Palmada. Reportagem recente do Estadão disse que a aprovação da Lei da Palmada “só foi possível após acordo com a bancada evangélica, que vinha obstruindo a votação do projeto nos últimos anos,” colocando em dúvida idoneidade do Pr. Paulo Freire, presidente da FPE e responsável por decisões dessa envergadura. Se um acordo foi possível com a FPE, é porque Freire deu o sinal verde. E se o presidente da FPE seguiu tal direção, é porque a maioria da FPE estava nessa direção.
Do governo do PT, a população cristã só espera ataques à família. Mas da FPE, os eleitores cristãos esperam compatibilidade com os valores cristãos e com a defesa da família. Esperam resistência até o fim. Todos sabem que, em conformidade com a vontade de seus eleitores cristãos, a FPE vinha obstruindo a votação da Lei da Palmada. Mas, em contrariedade com a vontade de seus eleitores cristãos, a FPE fez um acordo com o governo que possibilitou a aprovação e a festa dos abortistas.
Lei da Palmada é “inócua”? Mas que oposição é essa?
Além de Magno Malta e do Dep. Pr. Eurico — que teve coragem de cobrar publicamente o passado de defesa da pedofilia de Xuxa —, quem mostrou oposição foi o Dep. Marco Feliciano, que numa entrevista à Folha de S. Paulo foi retratado como dando pouca importância, dizendo que a Lei da Palmada é “socioeducativa,” “inócua,” etc. Ora, se é uma lei inócua, por que tanto empenho dos abortistas e do governo do PT? Se é “socioeducativa” e “inócua,” por que Luiz Felipe Pondé a chamo de fascista? Seria interessante ver uma edição não editada da entrevista. Se for verdade, mostra que os melhores da bancada evangélica enfrentam muito despreparo para lidar com a oposição pró-aborto, que deixou claro que a Lei da Palmada proibirá até disciplina física moderada e leve, sem mencionar o uso da vara, que é comum entre cristãos que praticam a Palavra de Deus.
Na entrevista, Feliciano disse: “Sem pôr limites, teremos crianças mimadas.” Mas o que o Brasil está enfrentando não é uma epidemia só de crianças mimadas. Muito pior que está acontecendo é uma epidemia gigantesca de menores de idade que agridem, estupram e matam.
E se o governo está procurando uma epidemia de pais que matam, é só conferir as tribos indígenas brasileiras, que têm o costume de torturar e matar crianças. Mas, nesse caso, o governo alega questões culturais para não intervir.
Se o governo e Xuxa estão atrás de pais que matam, podem também começar pelos índios que matam seus filhos. Se eles querem ir atrás de pais que disciplinam e não matam, podem começar pelos pais cristãos, que se orientam pelo que diz a Palavra de Deus:
“Aquele que poupa a vara odeia seu filho, mas aquele que o ama tem o cuidado de discipliná-lo”. (Provérbios 13:24 NIV)
“Quem se recusa a surrar seu filho o odeia, mas quem ama seu filho o disciplina desde cedo”. (Provérbios 13:24 GW)
“Aquele que poupa sua vara [de disciplina] odeia seu filho, mas aquele que o ama o disciplina com diligência e o castiga desde cedo”. (Provérbios 13:24 Bíblia Ampliada)
“Os açoites que ferem, purificam o mal; E as feridas alcançam o mais íntimo do corpo.” (Provérbios 20:30 TB)
“Os castigos curam a maldade da gente e melhoram o nosso caráter.” (Provérbios 20:30 NTLH)
“Os golpes e os ferimentos eliminam o mal; os açoites limpam as profundezas do ser”. (Provérbios 20:30 NVI)
“É natural que as crianças façam tolices, mas a correção as ensinará a se comportarem.” (Provérbios 22:15 NTLH)
“A estultícia está ligada ao coração do menino, mas a vara da correção a afugentará dele.” (Provérbios 22:15 RC)
“A insensatez está ligada ao coração da criança, mas a vara da disciplina a livrará dela”. (Provérbios 22:15 NVI)
“Todas as crianças são sem juízo, mas correção firme as fará mudar”. (Provérbios 22:15 CEV)
“A crianças por natureza fazem coisas tolas e indiscretas, mas uma boa surra as ensinará como se comportar”. (Provérbios 22:15 GNB)
“Não retires a disciplina da criança, porque, fustigando-a com a vara, nem por isso morrerá. Tu a fustigarás com a vara e livrarás a sua alma do inferno.” (Provérbios 23:13-14 RC)
“Não evite disciplinar a criança; se você a bater nela e castigá-la com a vara [fina], ela não morrerá. Você a surrará com a vara e livrará a alma dela do Sheol (Hades, o lugar dos mortos)”. (Provérbios 23:13-14 Bíblia Ampliada)
“Não retires da criança a disciplina, pois, se a fustigares com a vara, não morrerá. Tu a fustigarás com a vara e livrarás a sua alma do inferno”. (Provérbios 23:13-14 RA)
“Não deixe de corrigir a criança. Umas palmadas não a matarão. Para dizer a verdade, poderão até livrá-la da morte”. (Provérbios 23:13-14 NTLH)
“Não evite disciplinar a criança; se você a castigar com a vara, ela não morrerá. Castigue-a, você mesmo, com a vara, e assim a livrará da sepultura”. (Provérbios 23:13-14 NVI)
“É bom corrigir e disciplinar a criança. Quando todas as suas vontades são feitas, ela acaba fazendo a sua mãe passar vergonha”. (Provérbios 29:15 NTLH)
“A vara e a disciplina dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma vem a envergonhar a sua mãe”. (Provérbios 29:15 RA)
“A vara e a repreensão dão sabedoria, mas o rapaz entregue a si mesmo envergonha a sua mãe”. (Provérbios 29:15 RC)
“Uma surra e um aviso produzem sabedoria, mas uma criança sem disciplina envergonha sua mãe”. (Provérbios 29:15 GW)
Contudo, embora favoreça surras com vara, a Palavra de Deus não apoia o excesso e a violência:
“Corrija os seus filhos enquanto eles têm idade para aprender; mas não os mate de pancadas”. (Provérbios 19:18 NTLH)
“Castiga teu filho enquanto há esperança, mas para o matar não alçarás a tua alma”. (Provérbios 19:18 RC)
“Castiga a teu filho, enquanto há esperança, mas não te excedas a ponto de matá-lo”. (Provérbios 19:18 RA)
“Corrija seus filhos antes que seja tarde demais; se você não castigá-los, você os está destruindo”. (Provérbios 19:18 CEV)
“Discipline seus filhos enquanto você ainda tem a chance; ceder aos desejos deles os destrói”. (Provérbios 19:18 MSG)
É agora o embate entre a Lei de Deus e a lei dos homens socialistas.
Quanto a Magno Malta, se ele quer aprovar uma lei que puna pais que matam, ele e outros estão desperdiçando o dinheiro dos trabalhadores brasileiros que pagam impostos, pois o Código Penal já lida com todos os assassinos. O que o Código Penal ainda não alcançou foram casos de presidente e seus ministros que, ao defenderem o aborto, fazem incitação pública ao assassinato. O que o Código Penal também ainda não alcançou foram índios que sistematicamente matam crianças. É uma desigualdade injusta e cruel, pois se todo pai que mata recebe punição, por que os índios estão isentos? Por que o Código Penal não trata o assassinato de crianças entre índios como crime?
Se assassinato de crianças é crime, por que Dilma e seus ministros se sentem tão a vontade para defender o aborto?
Se aborto propositado é matar crianças, por que os Conselhos Tutelares nunca intimaram Dilma e seus ministros por incentivo à tortura e assassinato de crianças?
A lei do aborto é para matar crianças antes do nascimento. A Lei anti-Palmada é para matar crianças depois do nascimento, pois não existe pior morte do que a condenação ao inferno e a Bíblia deixa claro que sem o castigo da vara a criança está condenada ao inferno. A lei do aborto e da palmada é o jeito socialista de destruir crianças.
Se os pais e mães do Brasil não enxergarem os assassinos como assassinos, os assassinos os tratarão como eles mesmos merecem ser tratados. No recente programa Altas Horas, da TV Globo, Xuxa justificou sua cena de pedofilia com um menino de 12 anos, dizendo ao público: O que é pior, ela aos beijos (e totalmente nua e lasciva na cama) com um menino de 12 anos ou um pai de 40 que bate na filha de 2 anos?
Em vez de assumir a culpa por seu crime, ela quis inverter o jogo, culpando os pais. Ora, um pai de 40 anos que der um tapinha numa criança de dois anos que está mexendo na tomada ou no forno está ajudando a salvar a vida do filho. Nenhum pai vai esmurrar uma criança tão nova nem dar varada. E se o fizer, já há lei para isso. O Código Penal não está aí para enfeite. Mas para a pedofilia e erotismo com menores de idade parece não haver lei, pois Xuxa nunca precisou pagar por seu crime de pedofilia e uma carreira de erotização infantil. E agora, para se justificar em sua sujeira, ela pretende se limpar nos pais e mães do Brasil, para que sejam punidos por crimes que não cometeram enquanto ela continua impune em crimes que ela cometeu.
Xuxa então colocou os pais e mães cristãos do Brasil que fazem uso da vara quando necessário abaixo dos defensores da pedofilia e erotismo entre crianças. E se o exemplo dela significa algo, tais defensores merecem impunidade, enquanto pais e mães merecem multas, castigos e prisão.
Mas se você quiser abortar seu filho, ninguém no governo ou na TV Globo chamará você de assassino. Eles apenas dirão que você tem seus direitos, que precisam ser respeitados. Ou se você pegar seu filho de 2, 3, 4 ou mais anos, envenená-lo, ou enterrá-lo vivo ou escolher torturá-lo até a morte, não haverá problema nem para o governo nem para a TV Globo, que blindam a Xuxa, desde que você coloque umas penas na cabeça, empunhe arco e flecha, pinte o rosto e diga que é índio. Enquanto que entre os “brancos” a impunidade é garantida para menores de idade que matam os pais, agridem, estupram e torturam outros adultos, às tribos indígenas o governo dá direitos inversos: pais indígenas podem fazer o que querem com suas crianças, inclusive matá-las a pauladas, pois estão protegidos pela impunidade.
Vindo de um governo que defende descaradamente o assassinato de crianças, seja pelo aborto ou costumes indígenas, a implantação da Lei da Palmada é o mais puro reflexo, conforme comentou o filósofo judeu Luiz Felipe Pondé, do fascismo.
Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)
Após a aprovação da Lei da Palmada no Senado, Magno Malta comentou, segundo seu site, que só o futuro vai mostrar os defeitos dessa lei. “Muita gente apostava no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), mas hoje, a realidade é outra,” concluiu Magno Malta.
Essa conclusão foi um tiro na mosca. O ECA é fruto da intervenção da ONU no Brasil. A insanidade da Lei da Palmada está intimamente ligada às insanidades do ECA. Quando o governo do presidente Fernando Collor assinou e ratificou a Convenção da ONU sobre os Direitos da Criança, o Brasil foi obrigado a implantar uma lei que espelhasse esse compromisso com o governo mundial. Assim nasceu o ECA.
Um dos únicos países do mundo a não ratificar essa convenção foram os Estados Unidos, sob pressão de grandes organizações evangélicas, que entendiam e entendem que a Convenção da ONU sobre os Direitos da Criança é uma ameaça às famílias, dando isenção para criminosos menores de idade, confiscando brutalmente os direitos dos pais e sacralizando a impunidade.
Se olhassem para o Brasil, eles veriam quão certos estão. No Brasil, pode-se agredir, estuprar e matar, sem nenhum castigo e cadeia, desde que o criminoso seja menor de idade. Sob o ECA, a impunidade para criminosos menores de idade é sagrada no Brasil.
Graças ao ECA e a ONU, a impunidade no Brasil começa desde cedo.
Que bom que o senador evangélico conseguiu ver os frutos do ECA. Que ele possa antever os frutos da Lei da Palmada — e lutar agora, com palavras e atitudes concretas, contra essa lei.
Oremos para que o senador Magno Malta se revolte contra esse pesadelo brasileiro.
Oremos para que ele se revolte contra o governo que ele sempre apoiou como se fosse pró-família, mas que nunca valorizou a família brasileira.
Oremos para que ele se revolte contra o governo que afirma mentirosamente defender as crianças, mas que sempre valorizou o aborto, que é a forma mais cruel de tortura e assassinato de crianças inocentes.
Oremos para que Magno Malta consiga sentir apenas um pouquinho da revolta que muitos de seus eleitores já estão sentindo não só contra as políticas antifamília do governo apoiado por ele, mas também contra uma bancada evangélica que decidiu fraquejar na hora errada, fazendo acordos estúpidos que avançaram a Lei da Palmada, colocando em risco os pais e mães do Brasil de sofrerem pauladas de um governo sedento do sangue dos inocentes, seja por meio do aborto ou de envolvimento internacional com ditaduras assassinas.
Oremos para que os líderes da Frente Parlamentar Evangélica, apesar de seus acordos vergonhosos com o governo, consigam agir contra a Lei da Palmada, como fizeram as organizações evangélicas americanas durante o governo americano do depravado Bill Clinton, que conseguiu assinar a Convenção da ONU sobre os Direitos da Criança, mas nunca a pôde ratificar, por causa da persistente resistência evangélica.
Sem resistência sistemática, não há vitória. Se os EUA hoje não têm um ECA ou Lei da Palmada, é por causa do esforço dos grupos cristãos que estão lutando e vigiando. Se as leis dos EUA em muitas regiões conservadoras continuam punindo criminosos menores de idade e garantindo os direitos dos pais em assuntos de educação, disciplina e saúde de seus filhos, é porque outros estão pagando o preço e lutando.
A luta pró-família não está restrita ao aborto. O aborto é apenas uma das frentes de batalha. Há também a frente dos pais que rejeitam a doutrinação homossexual e imoral que o governo quer impor sobre as crianças. Há ainda a frente dos pais que não aceitam a intromissão ideológica do governo em assuntos de educação, disciplina e saúde de seus filhos.
Se uma dessas frentes cai, as outras também fatalmente cairão. Se nos restringirmos apenas ao aborto, não será mais luta pró-família, mas apenas luta antiaborto. Seremos então muito mais limitados do que os abortistas, pois eles estão engajados numa luta total contra a família, quer aprovando o aborto, quer proibindo a educação escolar em casa, quer proibindo os pais de disciplinar os filhos, quer proibindo os pais de proteger os filhos de doutrinações sexuais e homossexuais, etc. A luta deles é ampla e implacável. Por que nossa luta deveria ser estreita e reduzida?
Se não nos incomodarmos e reagirmos à ditadura dos militantes abortistas invadindo os lares e ditando o que um pai e mãe pode decidir em assuntos de educação, disciplina e saúde de seus filhos, de que valerá lutar em outras frentes? De que valerá dizermos que somos pró-família?

Se você não entende o amor abnegado, devotado sem merecimento, de Deus, e portanto de Cristo, para conosco, certamente quando tiver um filho o entenderá. Ainda que exista uma infinita distância entre um e outro, há certa semelhança.
Se você já tem filho, e ainda assim não entende, observe melhor sua relação com sua cria, avalie o quanto você se doa – se não o faz, passe a fazê-lo agora -, sem esperar nada em troca, sem esperar alguma atitude de igual tamanho em retorno. Deus não precisa de nós, e nós, em certa medida, não precisamos dos nossos filhos. Viveríamos sem eles, como vivemos antes deles. Comemos e bebemos antes, comeríamos e beberíamos depois.
Não são como o ar, para nós, pelo menos não física e biologicamente, mas acabam sendo, filosoficamente.
Afinal, eles vieram de nós, como nós viemos de Deus. Não importa por qual nome nos chamem — se Pai, Papai, Fulano ou Beltrano. Como não se importa Deus, como o chamam — de Pai, Paizinho (têm quem chame assim), Jeová, Deus, God, Lord, Senhor, Criador ou outros nomes que não podem ser traduzidos para nossa língua. Ainda assim, é nosso pai, como somos de nossos filhos, e viemos Dele. Mesmo sem precisar de nós, nos ama, como amamos aqueles pedaços de gente que aumentam de tamanho a cada estação.
Mas, se não precisamos, técnica e friamente, dos nossos filhos, e se Deus, este sim, de forma alguma, precisa de nós, alegramo-nos, como Deus se alegra, quando sorriem para nós. Quando se sentem mais protegidos pela nossa simples presença. Quando, depois de um dia difícil, nos fazem lembrar porque nos submetemos a tais dificuldades – trabalho, estudo, trabalho e mais estudo. Só que, com Deus, acentua-se ainda mais a doação, pois a contrapartida é bem menor. Praticamente inexistente. Deus não tem “dia difícil”. Sentimo-nos protegidos pela sua presença, sim, mas não há sorriso nosso que o recompense por isso, como mereceria. Aliás, nem posso usar o verbo “merecer” nessa questão. O que se pode fazer, e pouco se faz, é cumprir aquilo que se estipulou como fim principal da Humanidade, em relação ao seu Criador. Algo que, levado a cabo, cria um saboroso anacronismo.
Ame a Deus como se ama um filho, apesar dele Pai. Ame-o sem esperar que o ame, mesmo já sabendo que o ama. Ame-o de forma abnegada, como se não precisasse dele para existir, ainda que precise. Ame-o, e adore-o, sem esperar nada em troca. Como não espera de seu filho, porque, apesar daqueles sorrisos e beijos que te cobrem no final do dia, e tão bem fazem, você o ama antes e batalha por ele antes, sem esperar recompensa. Faça o mesmo com Deus, seu Pai, criador da terra e do ar, em que você habita e respira, sem esperar por um sorriso sequer. Se, no fim dos dias, e não do dia, ele sorrir para você, ótimo. Se não sorrir, ótimo também. Afinal, ele já havia sorrido para você no começo dos seus dias, privilegiando-o com o dom da vida, o que já é um presente e tanto.

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