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Dom, Dez

15 de dezembro de 2017

Leitura Bíblica: Levítico 2.1-3

Quando alguém trouxer uma oferta de cereal ao SENHOR, terá que ser da melhor farinha (Lv 2.1a).

Quando lemos sobre os sacrifícios exigidos por Deus ao povo de Israel no Antigo Testamento podemos lembrar logo do que Cristo fez na cruz. É como se fossem um quadro de sua morte pintado com antecedência, facilitando o reconhecimento, mais tarde, de que o sacrifício de Cristo era necessário e foi definitivo. 

No versículo em destaque, vemos que a farinha deveria ser da melhor qualidade. Isso não lembra o fato de Jesus ter se apresentado como o Pão da vida? A pureza da farinha também lembra que jamais houve falhas no caráter de Cristo, plenamente sujeito ao Pai, sem qualquer mancha ou corrupção: perfeito! Além disso, quando lemos que os sacerdotes podiam ficar com o restante da oferta, podemos relacionar isso com o fato de que os que creram recebem os benefícios do sacrifício de Cristo: acesso ao Pai, perdão dos pecados e vida nova e eterna com ele.
O livro de Levítico demonstra a santidade de Deus em contraste com a pecaminosidade humana. Infelizmente, os israelitas transformaram as exigências divinas em rituais sem sentido, chegando ao ponto de Deus rejeitar sua adoração porque não havia qualquer arrependimento demonstrado nela.

E nós, que tipo de culto oferecemos a Deus? Estamos dedicando o que temos de melhor – nós mesmos? Deus quer que consagremos nossa vida a ele antes de qualquer oferta, culto ou serviço. Isso envolve reconhecer e arrepender-se de nossos pecados, pedindo perdão a Deus por eles; mudar a direção da vida, passando a seguir o caminho de Deus e entregando tudo em suas mãos. Você já fez isso? Se ainda não, hoje você tem a oportunidade de voltar-se para Deus e, por meio de Cristo, passar a viver com ele e para ele. Se você já é cristão, adore a Deus da melhor forma que puder! – MJT

O melhor que podemos oferecer a Deus é a nossa vida!

14 de dezembro de 2017

Leitura Bíblica: Apocalipse 3.7-13

Sei que você tem pouca força, mas guardou a minha palavra e não negou o meu nome (Ap 3.8b).

São 5h45. O alarme toca alto. O chuveiro é ligado, a TV entra em atividade, o celular é acionado. Depois disso: trabalho, cansaço, estresse. Passa o dia, a semana, o mês. E, nesse ritmo, foi-se mais um ano. O que realmente preocupa é o que acontece nesses anos, meses, semanas, dias, horas e minutos. O que foi cultivado nesse tempo? Quais foram as prioridades e os valores que regeram a vida? Mesmo sem nunca ter pensado no significado da palavra “valores”, eles estão aí, bons ou ruins, dirigindo a vida de todos.

A constatação é assustadora. Muitas pessoas passam por este mundo sem se preocupar com nada disso. Muitos dizem não ter tempo para autoavaliação. Apegam-se a suas carreiras profissionais, porém esta não é a vida. A resposta pelo sentido da vida não está nas universidades e nem na carreira profissional.

A vida centrada no “eu” é perigosa, mas é o que o mundo nos ensina. Desde a infância somos pressionados a vencer todas as competições, pois a lei do mais forte é a lei da vida, e não viver de acordo com ela resultará na aniquilação do indivíduo na sociedade. Aprendemos que o legado a ser deixado aos filhos são propriedades e bens materiais.
Em um de seus livros, Dallas Willard contou uma parábola do nosso tempo, sobre um piloto que fazia manobras em alta velocidade num caça de combate, quando acionou os controles para subir bruscamente, mas colidiu com o chão. Não se deu conta de que voava de cabeça para baixo.

Apesar da vida frenética do nosso tempo, precisamos estar atentos e observar como a Palavra de Deus nos orienta em relação à nossa conduta. É um conselho simples, mas vale ouro, pois somente ela pode nos impedir de voar de cabeça para baixo. – IM

Oriente-se pela Palavra de Deus para evitar colisões.

12 de dezembro de 2017

Leitura Bíblica: Ester 3.1-6

Quando Hamã viu que Mardoqueu não se curvava nem se prostrava, ficou muito irado (Et 3.5).

Resistir diante do mal é um dos maiores desafios da vida. Resistir é diferente de ser teimoso, pois é a atitude de alguém que está plenamente consciente das consequências do mal se vier a se submeter a ele. Mardoqueu resistiu ao mal porque sabia das consequências dele sobre sua vida e a vida de seu povo. Sua atitude exigiu extrema coragem, pois era apenas um na multidão, sem apoio de ninguém e em plena desvantagem em termos de autoridade humana. Alguém poderia pensar que é inútil ou mesmo tolice mostrar esta coragem para ser diferente e colocar a vida em risco. A pressão era tão grande sobre Mardoqueu que redundou em uma tentativa de atentado contra todo o povo. Mas correr este risco era justificado pelo desrespeito à fé que Mardoqueu representava e pelas consequências que adviriam se ele se prostrasse.

Em nosso tempo, veem-se muitos atos de intolerância religiosa gerando destruição e morte, pois perderam o foco acerca da vida. Ao mesmo tempo, há muitos cristãos entregando sua vida para cultivar o amor e destituir a maldade. São atos corajosos, algumas vezes isolados e pequenos como uma semente de mostarda. Porém estes atos firmes que visam preservar a vida e o amor são atos heroicos de pessoas que não desistem diante das adversidades porque sabem que sua firmeza produzirá bons frutos para muitas pessoas. Essas pessoas com firmeza não existem apenas no contexto religioso, mas também no familiar e profissional. São pessoas que lutam para preservar o bem, que não pensam só em si, mas amam a verdade e sabem que Deus se agrada de suas atitudes.Que Deus faça de você uma pessoa forte para resistir com sabedoria e firmeza, para plantar e colher o bem para muitas vidas. – EMM

Se Deus está no controle de sua vida, ficar firme contra o mal será sua vitória.

13 de dezembro de 2017

Leitura Bíblica: Malaquias 3.14-18

Vocês são povo consagrado ao SENHOR, o seu Deus. Dentre todos os povos da face da terra, o SENHOR os escolheu para serem o seu tesouro pessoal (Dt 14.2).

“Deus não existe”, disse-me uma jovem senhora há poucos dias. Quando afirmei que sabia que ele é real, pois tem feito maravilhas em minha vida, ela comentou que é uma grande tolice adorá-lo! Já o salmista chama de tolas as pessoas que não creem na existência de Deus (Sl 14.1). Quem terá razão?

Muitas pessoas vivem sem esperança, desiludidas com a maldade do ser humano. No povo de Israel, a quem Malaquias escreveu, também havia muitos que pensavam assim: “Não vale a pena servir a Deus. Que proveito temos por guardar as suas leis?” Quem pensa assim conclui que Deus não se importa com a humanidade, e muito menos com o indivíduo. Portanto, se eu não cuidar de mim, quem cuidará? Quando olhamos para a sociedade, notamos que também entre nós há pessoas que não se importam com Deus, mas parecem estar bem! Os maus conseguem melhorar de vida e escapam sem punição. Os arrogantes saem ilesos: desafiam a Deus, fazem o que querem… e prosperam! Aparentemente não há vantagem em viver pensando no que vem depois da morte, quando todas as riquezas materiais se forem. 

Malaquias ofereceu uma resposta a quem pensa assim. Há um grupo de pessoas que Deus chama de seu “tesouro pessoal”. São aqueles que temem o Senhor e honram o seu nome, independentemente das circunstâncias. Eles sabem que Deus os conhece por nome e ouve quando eles o buscam de todo coração. E o Senhor promete ao profeta que vai cuidar desse seu tesouro como um pai que tem compaixão de seus filhos. Quando chegar o fim da sua vida, o que as pessoas dirão a seu respeito? Mais importante que isso: o que Deus pensará a seu respeito? Você fará parte do tesouro pessoal de Deus, ou apenas terá vivido para acumular seus próprios tesouros passageiros? – JG

O ser humano ajunta tesouros passageiros, mas Deus está cultivando um tesouro eterno: seus filhos.

11 de dezembro de 2017

Leitura Bíblica: Salmo 63.1-11

Ó Deus, tu és o meu Deus, eu te busco intensamente; a minha alma tem sede de ti! Todo o meu ser anseia por ti, numa terra seca, exausta e sem água (Sl 63.1).

Quando alguém está no deserto não há nada mais importante do que a água. A pessoa pode possuir ouro e prata, mas isso acaba valendo menos do que o líquido fundamental para saciar a sede e manter a vida.
Isso nos faz questionar o que temos buscado para nossa vida. Percebe-se que muitos querem cada vez mais o ouro e a prata e esquecem-se da água. Temos uma parábola muito interessante em Lucas 12.16-21, na qual Jesus fala de um homem rico que acumulou tantos bens que chegou à conclusão de que por muitos anos não precisava mais trabalhar. Achava que agora era momento de aproveitar a vida, descansando, comendo, bebendo e se alegrando com tudo o que tinha. Mas faltou algo muito importante: seu relacionamento com Deus. Ele se esqueceu do principal. Naquela noite morreria e tudo o que tinha acumulado não lhe serviria para nada.
Podemos comparar Jesus Cristo com a água: sem ele não há vida verdadeira. Ele é a água da vida sem a qual não podemos nos apresentar diante de Deus. Paulo afirma: “O salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm 6.23). Viver sem Cristo significa morrer em nossos próprios pecados (tudo o que desagrada a Deus) e ser condenado por toda a eternidade a ficar longe da presença de Deus. Hoje, porém, Jesus convida: “A quem tiver sede, darei de beber gratuitamente da fonte da água da vida” (Ap 21.6c).
O que você está buscando? Davi buscava o Senhor intensamente, pois sua alma tinha sede de Deus. Talvez você busque intensamente muitas coisas na tentativa de saciar sua sede, mas pode ser que ela só aumente. Isso é assim porque só Jesus Cristo verdadeiramente mata sua sede espiritual. Busque a ele e você ficará saciado! – MP

É possível viver sem prata e ouro, mas não é possível viver de verdade sem a água da vida – Jesus Cristo.

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