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Dom, Dez

04 de junho de 2017

Leitura Bíblica: Colossenses 3.12-17

Quanto à antiga maneira de viver, vocês foram ensinados a despir-se do velho homem … e a revestir-se do novo homem, criado para ser semelhante a Deus… (Ef 4.22a-24a).

Quando minha sobrinha de três anos começou a frequentar o jardim de infância, os pais dela mandaram para a família uma foto da pequena orgulhosa com o uniforme novo. Agora já se considerava “grande” (afinal, iria para a escola), e via-se no seu rosto a alegria pelo novo “status”. Ao lado dela, a irmãzinha de um ano, com o mesmo uniforme – no caso dela, a camiseta estava mais para vestido…

Em Colossenses 3.1, Paulo faz referência a uma nova etapa na vida dos cristãos. Crer em Jesus e no sacrifício que ele fez para reconciliá-los com Deus marca o início de uma nova fase, que o apóstolo descreve como “morrer e ressuscitar com Cristo”. Diante de uma mudança tão profunda, nada mais natural que recomendar também roupas novas que combinassem com sua nova condição.

Na leitura de hoje, Paulo descreve essas roupas: compaixão, bondade, humildade, mansidão, paciência… Jesus demonstrou a prática dessas atitudes durante o tempo em que conviveu com seus discípulos na terra. O cristão, como representante do Senhor, deve agir sempre como ele agiria (“em nome do Senhor Jesus”, v 17). A tal roupa nova não é fácil de usar. É cara (pode custar a perda de amizades) e às vezes não serve direito (pois envolve abrir mão da satisfação de desejos pessoais).

Por isso, Paulo resume: “Acima de tudo, porém, revistam-se do amor”. Quando procuramos imitar Jesus no amor que ele tinha pelas pessoas, acabamos descobrindo o que significa, no dia a dia, demonstrar todas as qualidades relacionadas no texto bíblico. E então, assim como a irmãzinha pequena imita a maior, também o cristão tentará imitar o seu Senhor em tudo. Às vezes a roupa pode ser grande demais ou desconfortável, mas a alegria e o amor a Jesus ajudam a lidar com essas dificuldades. – DK

Vida nova em Jesus não combina com as roupas velhas de uma vida sem ele.

03 de junho de 2017

Leitura Bíblica: 2 Tessalonicenses 1.1-12

Gloriamo-nos em vocês entre as igrejas de Deus pela perseverança e fé demonstrada por vocês em todas as perseguições e tribulações que estão suportando (2Ts 1.4).

Bons exemplos são sempre inspiradores, principalmente aqueles que incentivam as pessoas a se aproximar de Deus. Eles estimulam atitudes de superação e assim contribuem para que os sentimentos negativos não se estabeleçam em nossa vida. Diante de nós está o desafio de ao mesmo tempo ser e compartilhar o bom exemplo. Para compartilhar, exige-se a capacidade de valorizar aquilo que é bom na vida de outras pessoas. É uma atitude que dispensa a competição e substitui a inveja pelo amor. Elogiar é presentear pessoas com palavras que dão o ânimo de que precisam para seguir em frente – e neste sentido a Palavra de Deus é o melhor elogio.

Neste processo, a perseverança, que é uma característica daqueles que não desistem ou desanimam facilmente, sustenta um bom exemplo. Assim, a fé elogiada é uma fé firmada na perseverança, que não é frágil, mas resistente às adversidades. E aqui resistir não significa necessariamente superar a adversidade, mas não ser dominado por ela.

A força da fé, sustentada pela perseverança e nutrida pelo amor, é algo que impacta vidas e transforma o que há ao nosso redor. Por isso, a oração de gratidão para multiplicação desta fé é algo que deve ser praticado por todos. A expectativa vai em dois sentidos: que Deus conceda a experiência desta fé para aqueles que ainda não a possuem e, ainda, que Deus fortaleça o exemplo daqueles que já a têm para que outros possam ser motivados a viver intensamente com Deus.

Suportar os desafios da vida é algo que todos desejam, por isso você está sendo convidado para esta aventura de fé, na certeza de que ela garantirá a vitória presente e futura em sua vida. É com fé que se vencem as lutas e se vive mais perto de Deus. – EMM

Perseverança, fé e amor: um bom exemplo de sucesso!

01 de junho de 2017

Leitura Bíblica: Juízes 14.1-19

Ó profundidade da riqueza, da sabedoria e do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos e inescrutáveis os seus caminhos! (Rm 11.33)

Sansão é um dos homens mais notáveis e enigmáticos do livro de Juízes. Ele foi divinamente escolhido para ser nazireu (consagrado a Deus por meio de um voto especial que envolvia algumas restrições alimentares e ações proibidas – veja Nm 6.1-8). Porém, ele seguiu um caminho diferente das leis de Deus e desprezou seu voto. No texto de hoje, lemos que primeiro, a contragosto dos pais, interessou-se por uma filisteia e quis casar com ela, o que contrariava a lei divina. Quando foi falar com ela, passou por uma vinha (cujo fruto não podia comer), encontrou um leão e o despedaçou. Depois, achou mel no cadáver do leão (um nazireu não podia tocar em mortos); comeu-o e o deu também aos seus pais, sem informar-lhes sua origem.

Baseando-se nesta situação com o leão, propôs um enigma aos seus companheiros de festa de casamento, que eram filisteus. Estes chantagearam sua esposa e conseguiram a resposta. Perdendo a aposta, Sansão matou outros trinta filisteus para, com suas roupas, pagar àqueles que tinham “resolvido” o enigma. Conclusão: seu primeiro casamento acaba dissolvido; as plantações de trigo, os olivais e as vinhas dos filisteus são queimados por Sansão (15.4-5); sua esposa e seu sogro são queimados pelos filisteus (15.6) e Sansão completa sua vingança matando todos os filisteus envolvidos nesta trama (15.8).

O mais enigmático em toda esta história é que tudo isso provinha de Deus (14.4). Esta foi a maneira que Deus escolheu para acabar com o domínio filisteu sobre Israel. Se no período dos juízes Deus permitiu estas contradições e conflitos para fazer história com seu povo, o que nos faz duvidar que também em meio às contradições de nosso tempo Deus continue a agir, usando a vida de seus filhos ou de quem ele desejar? – ALS

Certo é que mais enigmático que Sansão é o modo como Deus age e conduz a História.

02 de junho de 2017

Leitura Bíblica: Tiago 3.13-18

O temor do Senhor ensina a sabedoria, e a humildade antecede a honra (Pv 15.33).

Conta-se que um homem rico, sentindo que ia morrer, pediu papel e pena e escreveu assim: “Deixo os meus bens à minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do alfaiate nada aos pobres”. Não teve tempo de pontuar, e morreu. A quem ele deixava a fortuna que tinha? Eram quatro os concorrentes.

Chegou o sobrinho e fez estas pontuações numa cópia do bilhete: “Deixo os meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres.”

A irmã do morto chegou em seguida, com outra cópia do escrito, e pontuou-o deste modo: “Deixo os meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres.”

Surgiu o alfaiate que, pedindo cópia do original, fez estas pontuações: “Deixo os meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres.”

O juiz estudava o caso quando chegaram os pobres da cidade; um deles, mais sabido, tomando outra cópia, pontuou-a assim: “Deixo os meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do alfaiate? Nada! Aos pobres!”

Esta história ilustra muito bem a busca humana pelo autofavorecimento. Se não tomarmos cuidado, se não aprendermos a olhar para as necessidades do próximo e não formos humildes, estaremos pontuando as frases da vida sempre com interesse próprio. No lugar de ganhar alguma vantagem por meio de uma pontuação pessoal, nossa postura deve ser buscar a sabedoria ensinada pelo temor do Senhor. Precisamos lembrar que a soberba precede a ruína (cf. Pv 16.18) e que o egoísmo do favoritismo só causa discórdias. Como é doente um coração que guarda inveja e ambição egoísta! Viver assim é agir conforme a sabedoria terrena. Devemos buscar a sabedoria que vem do alto, descrita no texto de hoje. Semeando paz e sinceridade, colheremos bons frutos! – HSG

Como enxergamos e pontuamos as frases de cada dia?

 

31 de maio de 2017

Leitura Bíblica: Números 3.1-4

Aquele que pecar é que morrerá. O filho não levará a culpa do pai, nem o pai levará a culpa do filho. A justiça do justo lhe será creditada, e a impiedade do ímpio lhe será cobrada (Ez 18.20).

Depois de tirar o povo de Israel do Egito, Deus começou a organizar a comunidade. Primeiro estabeleceu leis para o culto e a vida diária. O próximo passo era preparar um exército. Para isso, ordenou que Moisés fizesse um recenseamento dos israelitas. É nesse ponto que começa o livro de Números. Inicialmente, os filhos da tribo de Levi ficariam de fora da contagem (Nm 1.47-49). Esta tribo não forneceria soldados, mas seria responsável por cuidar da Tenda do Encontro, o local de culto no deserto. Que privilégio ser escolhido a dedo por Deus para uma tarefa tão importante!

No entanto, o texto bíblico de hoje mostra que nem todos foram aprovados nesta tarefa. Nem sempre filhos de pais piedosos seguem o exemplo destes, e aqui vemos justamente dois filhos de Arão, o sumo sacerdote, desobedecendo às ordens do Senhor e morrendo por causa disso. Nadabe e Abiú tinham assistido a todos os milagres de Deus ao tirar Israel da escravidão do Egito, mas mesmo assim menosprezaram o seu chamado divino.

Como palestrante numa entidade que cuida de drogados na Cracolândia de São Paulo, conheci muitas pessoas vivendo nas drogas cujos pais são fiéis ao Senhor. Por melhor que sejam o exemplo e a educação recebidos em casa, obedecer a Deus é uma escolha pessoal. O relacionamento com Deus não é passado de pai para filho, como se fosse um objeto herdado. Essa é a mensagem que vemos no versículo em destaque. Ter pais fiéis a Deus ou mesmo conhecer bem a Bíblia não é suficiente. Nadabe e Abiú são prova disso. É preciso atender pessoalmente ao chamado de Deus. Você já fez isso? – MJT

O chamado de Deus para um relacionamento com ele é pessoal e vale também para você!

 

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