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Dom, Dez

14 de junho de 2017

Leitura Bíblica: Gênesis 40.1-15;23

É melhor buscar refúgio no Senhor do que confiar nos homens (Sl 118.8).

Eu e meu marido aguardávamos uma resposta de Deus: em que igreja iríamos servi-lo, já que daquela onde estávamos ele tinha mostrado que deveríamos sair? Os dias passavam e não havia perspectivas concretas. Contamos nossa situação para algumas pessoas que poderiam nos ajudar, e elas se dispuseram a isso. Enquanto esperávamos por uma indicação de nossos amigos, Deus agiu de uma forma surpreendente. Sem saber de nada, em outro Estado um pastor examinou algumas listas com nomes de pastores para fazer uma indicação a uma determinada igreja. Ele orou e parou no nome do meu marido: “É este que vou indicar!” Ele não nos conhecia pessoalmente, então pediu informações a um amigo nosso, que ficara sabendo de nossa situação naquele mesmo dia. A “indicação” que esperávamos veio do próprio Deus!

Lembrei disso ao pensar na situação de José. Na prisão, ele ajudou o chefe dos copeiros e pediu-lhe que este o ajudasse também. Imagino a expectativa de José nos dias seguintes: o homem falaria com o faraó e este o tiraria da prisão, onde fora jogado injustamente. Porém, nada disso aconteceu: o chefe dos copeiros esqueceu-se de José, que ficou preso por mais dois anos!

As pessoas podem esquecer do bem que fizemos a elas ou então que precisamos de ajuda. Ainda bem que Deus não esquece de nós! Após aquele longo tempo de espera, Deus fez com que o faraó tivesse um sonho que ninguém conseguiu interpretar. Foi nesse momento (no tempo de Deus, não quando José queria) que o chefe dos copeiros lembrou-se de José e reconheceu sua dívida com ele. Só então José saiu da prisão para tornar-se o governador do Egito!

Podemos buscar a ajuda de pessoas confiáveis, mas Deus é que dará a direção segura – usando ou não estas pessoas. A “indicação” divina é a única em que podemos ter certeza de estar cumprindo sua vontade! – VWR

É em Deus que deve estar a nossa confiança, não em pessoas.

13 de junho de 2017

Leitura Bíblica: Mateus 4.1-11

Na mitologia grega, as sereias eram as filhas do deus Aqueloo e da musa Calíope. Ao competirem com as musas para ver quem tinha a voz mais harmoniosa e bonita, foram castigadas, sendo transformadas em monstros com corpo de pássaro ou peixe e cabeça humana. A única beleza que conservaram foi a linda voz, usada para atormentar os marinheiros que, enfeitiçados com o seu canto, se atiravam ao mar e se afogavam. As sereias não poderiam deixar ninguém passar ileso aos seus cânticos ou então perderiam a vida. Um dia, um guerreiro muito inteligente chamado Ulisses (ou Odisseu) pediu aos seus companheiros que lhe vedassem os ouvidos com cera e o amarrassem ao mastro do navio – assim ele poderia ouvir o canto das sereias sem obedecer a ele. As sereias foram então derrotadas e desapareceram para sempre.

A tentação tem um poder que podemos chamar de enfeitiçador. Leva muitos a se atirar no pecado como aqueles marinheiros que se atiravam no mar para a morte.

Não há mortal que não seja tentado! Até o próprio Jesus foi tentado. Tentação não é pecado. Pecado é ceder à tentação, permitir que ela determine seu comportamento. Deus disse a Caim, que planejava matar seu irmão: “[O pecado] deseja conquistá-lo, mas você deve dominá-lo” (Gn 4.6).

Como podemos resistir à tentação? Não adianta pedir para ser amarrado a um mastro. A maneira pela qual o Filho de Deus combateu a tentação foi por meio da mais profunda obediência e de compromisso com a Palavra de Deus. Obedecer implica conhecer. Conhecer requer leitura. Leitura é sem dúvida um investimento de tempo. Sem tempo para estudo da Palavra não haverá possibilidade de vencer a tentação. – HSG

A tentação desafia-nos a obedecer a Deus.

11 de junho de 2017

Leitura Bíblica: 1 João 4.7-21

Quem que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor (1Jo 4.8).

Todos necessitam de carinho em sua vida, de preferência todos os dias, ou então pelo menos de vez em quando. Um afago, uma palavra ou um cuidado faz muito bem. No entanto, a correria da vida, a necessidade de trabalhar, tanto do homem como da mulher, acaba impedindo o tempo de qualidade entre as pessoas, sejam familiares ou não. Como está sua casa, como estão seus filhos e sua esposa? Quando passamos o dia a dia lutando pela subsistência, isto implica que algo ficará em segundo plano. Em situações extremas, a vida acaba perdendo totalmente seu valor, o que leva a situações impressionantes como a notícia de que o repórter da Rede Globo, Tim Lopes, foi morto por um rapaz que recebeu pouco mais de R$ 200,00 para executar o “serviço”.

Todavia, há algo que pode mudar esta situação. Qual é o segredo? Mudanças desta natureza ocorrem quando percebemos o tamanho do amor de Deus por nós, pois ele enviou Jesus, seu Filho único, para pagar pelos nossos pecados (nossa desobediência a Deus). Este amor nos constrange e desperta em nós amor por quem fez tal sacrifício em nosso favor. No entanto, no fim do texto lido João mostra que, para ser real, o nosso amor a Deus precisa se refletir em amor pelas pessoas à nossa volta. Se não compartilharmos esta dádiva com as pessoas que vemos, como podemos afirmar que amamos a Deus (que é invisível)? Amar a Deus significa tratar a pessoa ao nosso lado da forma como Deus nos trata, pois relacionamentos duradouros exigem aproximação e carinho constante, demonstrando em nossas atitudes que nossa vida é guiada pelo amor. Ele nos transformou da mesma forma que o Senhor nos valorizou. Deus é amor e, quando permanecemos no amor de Deus, ele está em nós. Praticar este amor de forma constante em relação às pessoas à nossa volta só vai torná-lo ainda melhor (v 16-17). – JDC

Olhe para os lados, pois muitos necessitam ser amados.

12 de junho de 2017

Leitura Bíblica: Provérbios 30.18-19

O homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e eles se tornarão uma só carne (Gn 2.24).

Um é pouco, dois é bom, três é demais! Você já deve ter ouvido esta frase, mas se eu dissesse: “Um é pouco, dois é bom, três é melhor ainda!”, isso soaria estranho? Se pensarmos no namoro de acordo com os princípios bíblicos, eu diria que não. O texto da leitura bíblica parece ser um pouco enigmático, mas traz figuras que apontam para um namoro sadio. A primeira delas é o voo de uma ave no céu. Quando pensamos na cena, lembramos que este animal voa em busca de comida e sabe exatamente para onde vai. Assim deve ser o namoro: precisa ter um objetivo. Não se deve namorar apenas por namorar (1 Coríntios 10.31 alerta para fazer tudo para a glória de Deus). Já Paulo reforça, em Filipenses 2.3, que não devemos usar outras pessoas para nosso benefício.

Depois o autor fala da cobra na pedra. Ao rastejar sobre rochas, a cobra não deixa rastros, marcas. Um namoro saudável também não, e estas marcas podem ser físicas e espirituais. Considere que a virgindade não está ligada somente ao físico da pessoa, mas principalmente à pureza de caráter. Em 2 Coríntios 7.1 Paulo nos orienta a nos purificar tanto da impureza do corpo quanto da mente.

A terceira figura menciona o navio no mar. Hoje os navios são guiados por GPS, mas antigamente os marinheiros se orientavam pelas estrelas, pelo céu. O namoro deve ser guiado por Deus, e é aqui que entra o ditado citado no começo. Um namoro a dois pode até funcionar, mas só com Deus no comando ele será de fato sadio e construtivo para todos. É na fase do namoro o melhor momento para o casal começar a cultivar o hábito da oração conjunta. Mateus 26.41, por exemplo, mostra como isso é importante para lidar com as tentações.

A última figura conclui o assunto dos outros itens: o caminho do homem com uma moça refere-se ao casamento! E este deve ser o objetivo de todo namoro, para a glória de Deus! – GHS

Quanto mais perto os dois estiverem de Deus, mais ligados estarão um ao outro.

10 de junho de 2017

Leitura Bíblica: Mateus 25.41-46

Ele responderá: “Digo-lhes a verdade: O que vocês deixaram de fazer a alguns destes mais pequeninos, também a mim deixaram de fazê-lo” (Mt 25.46).

O grande ensino desta passagem é que nosso egoísmo torna invisível o que é realmente importante, e esta falta de visão nos leva a cometer um grande engano. Ver é uma coisa, enxergar é outra. Aprendemos com Jesus que é possível ver o que parece ser invisível – Cristo pode estar onde menos esperamos.

Se Cristo está em cada faminto, estrangeiro, necessitado de roupas, enfermo ou preso, quantas oportunidades diárias temos para servir a Cristo? Será que não as perdemos frequentemente? Pelo conteúdo das palavras de Jesus percebemos que toda ajuda que prestamos desinteressadamente é dada a ele, e se não ajudarmos, é a ele que negamos ajuda.

Outra lição que podemos tirar da passagem é que, sendo Cristo o Filho de Deus, sempre que ajudarmos o Filho, agradaremos o Pai. Isso também acontece nas relações humanas.

Este texto é também um dos maiores argumentos para sermos limpos de coração. Os limpos de coração avaliam seus sentimentos, emoções e opiniões, julgando se estariam sendo invejosos, tomados de ira, menosprezo, mágoas, comodidade, apego a bens materiais, juízos precipitados, vaidade e tantos sentimentos provenientes de um coração tenebroso e perverso, que herdamos da nossa natureza carnal.

No dia do juízo final, o que mais nos condenará não serão os erros que houvermos cometido, mas o bem que deixamos de fazer. Quem está preocupado em fazer o bem tem possibilidade de errar menos que aqueles que se negam a fazê-lo. A omissão nos condena. Os condenados não viram que o Juiz estava representado em cada um daqueles desprezados. Você já pensou em quantos necessitados de Cristo você deixou no desamparo? – MJT

É muito mais frequente ofender Deus por acomodação do que por maldade.

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