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Dom, Dez

 

19 de junho de 2017

Leitura Bíblica: Eclesiastes 10.1-3

Aquele que julga estar firme, cuide-se para que não caia! (1Co 10.12)

O livro de Eclesiastes diz muitas coisas a respeito da sabedoria. Em especial o capítulo 10 traz grandes ensinamentos a respeito de como viver uma vida sábia. Para falar sobre isso, ele começa fazendo um alerta: uma pequena insensatez tem mais impacto que muita sabedoria e honra. Você pode construir um bom nome ao longo de vários anos por suas atitudes sábias, mas basta uma pequena insensatez para que tudo venha a desmoronar. Para explicar isso, o autor do texto lido oferece uma comparação logo no primeiro versículo, em que fala sobre como uma mosca morta é capaz de estragar um vidro de perfume.

Sabedoria é sinônimo de poder. Sua força é maior do que armas de guerra, seu valor maior que o do dinheiro, mas pode ser destruída por um pequeno deslize, uma pequena insensatez. Este mesmo princípio é ensinado no Novo Testamento quando diz que um pouco de fermento leveda toda a massa (1Co 5.6).

Da mesma maneira que não custa muito estragar um bom unguento, também não custa muito arruinar um bom nome. Insensatez pesa. A ideia de “peso” aponta para a importância de algo. Uma pequena insensatez tem mais impacto que muita sabedoria e honra. Isso nos faz lembrar o que diz Paulo no versículo em destaque: aquele que pensa estar de pé tenha cuidado. Sempre precisamos ter humildade. Quem se sente muito seguro pode estar a caminho da soberba e, consequentemente, perto da queda. A humildade antecede a honra. Só quando nos mantemos humildes e constantemente buscando a sabedoria podemos permanecer firmes no caminho de Deus.

Viver com sabedoria não é uma tarefa fácil. Requer habilidade e dependência de Deus. Isso só poderá acontecer na vida daquele que segue cada dia no temor do Senhor. – HSG

Faça sempre o que você sabe que deve ser feito, seguindo os princípios de Deus.

 

18 de junho de 2017

Leitura Bíblica: Juízes 15.1-17

Amem os seus inimigos, façam o bem aos que os odeiam, abençoem os que os amaldiçoam, orem por aqueles que os maltratam (Lc 6.27b-28).

Sansão foi escolhido por Deus para uma missão especial: libertar seu povo do domínio filisteu. Mas ele vivia “enfiando os pés pelas mãos”. Esquecia seu compromisso com Deus e insistia em buscar soluções próprias para seus problemas. Deus dotara-o de uma força descomunal – um perfeito super-herói para os israelitas perseguidos pelos seus inimigos. Mas seu temperamento era igualmente forte: na leitura de hoje, vimos que era vingativo e desproporcional nas suas reações. Era tão violento na forma como lidava com a oposição que seu próprio povo resolveu entregá-lo ao inimigo, por discordar de suas ações (v 11-13). O fato de Deus ainda assim usá-lo para livrar os israelitas deste inimigo era pura graça do Senhor.

Na hora de analisar a nossa vida com honestidade é preciso fazer perguntas difíceis: como é a minha reação quando sou injustiçado? Quando alguém corta minha frente no trânsito? Quando o chefe leva o crédito pelo meu trabalho? Quando o professor me castiga, mesmo que eu não seja culpado pela bagunça na classe? Quem não se defende ainda acaba passando por “covarde”. A proposta de Jesus para essas situações é muito estranha: abra mão dos seus direitos e presenteie o inimigo (versículo em destaque). É o que chamamos de mansidão. Isso só é possível porque o Senhor nos deu este exemplo na cruz, por não insistir em seu direito como Filho de Deus e aceitar morrer por mim e por você (Fp 2.6-8).

Certa mulher aguardava na fila para comprar um café. Ouviu atrás de si duas outras mulheres fazendo comentários maldosos sobre sua forma física um tanto fora do padrão. Quando chegou sua vez de fazer o pedido, a mulher pagou também o café das duas senhoras que vinham atrás dela e saiu, deixando ainda um “bom dia” simpático para elas. Isso é ser manso. Vamos tentar? – DK

Quando você é prejudicado, qual é sua reação: vingar-se ou presentear o “ofensor”?

16 de junho de 2017

Leitura Bíblica: Salmo 59.1-17

O Senhor está perto de todos os que o invocam; de todos os que o invocam com sinceridade (Sl 145.18).

Davi está encurralado dentro de sua própria casa. Vê o cerco se fechando com a aproximação dos inimigos, que pensam que ninguém os está escutando ou enxergando. Mas, ao ler o salmo, percebe-se que Davi tem plena convicção de que Deus o ouve e vê. No fim de sua oração, ele chega a cantar a força e a misericórdia do Senhor – parece até que está tendo um vislumbre da intervenção poderosa de Deus!

Como Davi podia reagir e orar assim? Onde adquiriu tal confiança? Como desenvolveu tamanha certeza, a ponto de ter segurança e coragem, força e paz numa situação tão aflitiva? E mais: será que nós podemos (re)agir assim também?

Davi andava com o Senhor e tinha um relacionamento pessoal, permanente e profundo com ele. Assim, sabia que Deus é tudo de que precisava! Sua confiança vinha dessa experiência diária com a presença e a proteção do Senhor. No meio da dificuldade, Davi parecia ter olhos abertos para o que Deus estava fazendo. A maneira como ele orava nos ensina que Deus não pode ser uma ideia abstrata, uma opção de atividade no domingo, um consolo só nas horas difíceis, uma obrigação religiosa qualquer, uma tradição herdada ou uma energia manipulável pela nossa consciência… Não! Deus é a fonte pessoal e inesgotável que dá sentido e significado à nossa existência. Era assim com Davi, e pode ser assim conosco. Invista em sua vida de oração. Cultive seu tempo com Deus. Tire seus olhos das circunstâncias e volte-os para o Senhor. Orar é colocar Deus no foco. Aprenda a conhecê-lo e reconhecê-lo em cada situação da vida. Ele ouve! Ele vê! Ele está perto quando o invocamos com confiança (versículo em destaque). Vida de oração e oração na vida podem significar a diferença entre manter-se firme na hora da aflição ou sucumbir diante das adversidades. – HOM

Orar é colocar Deus no foco. É aprender a conhecê-lo! É experimentá-lo no dia a dia!

17 de junho de 2017

Leitura Bíblica: Mateus 27.13-18

O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha (1Co 13.4).

A questão da inveja rendeu algumas páginas da Bíblia. A inveja é um sentimento que desde o princípio trouxe muitas turbulências à vida de homens e mulheres de Deus. Abel foi morto por seu irmão Caim porque este invejava aquele (Gn 4.4-5). Ismael caçoava de seu irmão mais novo, Isaque, porque o invejava (Gn 21.9). José foi perseguido e vendido pelos seus irmãos porque estes invejavam os seus sonhos (Gn 37.19). Daniel foi jogado na cova dos leões porque seus companheiros políticos invejavam seu relacionamento com o rei (Dn 6.16). E, entre outras histórias bíblicas em que a inveja gerou transtornos, pelo menos dois relatos do evangelho registram que o próprio Senhor foi entregue pelos judeus, para ser crucificado, por motivo de inveja (Mt 27.18; Mc 15.10).

O que todas estas histórias sobre a inveja têm em comum? Entre outras coisas, que a inveja não altera em nada os planos de Deus. E sempre é melhor ser invejado que invejoso. Ser invejado é sinal de que tenho algo que outro não tem. Invejar, porém, é claro sinal de insatisfação com a própria vida e com o Senhor, o autor da vida. Ser invejado pode trazer situações difíceis no meio do caminho, mas deixar-se dominar pela inveja é ruína certa. Por isso, o Senhor pôde deixar a seguinte mensagem aos seus discípulos: se você é perseguido por causa da inveja de outros, não se defenda, antes silencie e encha-se de alegria, pois assim perseguiram os profetas que viveram antes de vocês (Mt 5.11-12). Cuidem para que a inveja não tome conta do coração de vocês. Sejam humildes, reconheçam este sentimento diante do Pai enquanto ainda está no começo, e conseguirão dominá-lo (Gn 4.6-7). Jamais se comparem com outros. Vocês são criação única, singular (Sl 139). E, como vacina contra a inveja, agrade-se do Senhor, e ele satisfará os desejos do seu coração (Sl 37.4). – ALS

O coração em paz dá vida ao corpo, mas a inveja apodrece os ossos (Pv 14.30).

15 de junho de 2017

Leitura Bíblica: 1 Pedro 4.7-11

Digo-lhes a verdade: o que vocês fizeram a algum dos meus menores irmãos, a mim o fizeram (Mt 25.40).

Definitivamente não sabemos o dia em que nosso Senhor voltará a este mundo para buscar aqueles que nele creram. Pedro afirma que o fim de todas as coisas está próximo. É certo que o tempo entre essa declaração e o momento em que você lê esta mensagem é muito longo, pelo menos para nós, que vivemos apenas uma pequena fração desse período. Contudo, também não importa se o fim ainda demorará algumas gerações ou se virá enquanto ainda estivermos vivos. O mais importante é que o dia da volta do Senhor Jesus chegará.

E como não sabemos o dia nem a hora, importa estar sempre preparado. Também precisamos lembrar que podemos deixar de viver neste mundo a qualquer instante, num piscar de olhos. E quem conhece o Senhor Jesus dificilmente desejará viver ao seu lado somente na glória. Há alegria e paz enorme em viver com ele aqui e agora.

Mas quero enfatizar algo diferente nesta mensagem. Como devo viver neste mundo enquanto aguardo a volta de Jesus? Se você conhece um pouco da Bíblia, vai entender que os ensinos da Palavra de Deus vão na contramão do que experimentamos em nosso mundo. Somos ensinados a não viver em nosso próprio benefício, na individualidade ou no egoísmo. Assim como Jesus nos serviu com sua morte em nosso favor, abrindo mão de si mesmo, somos convidados a servir ao nosso próximo. Pedro diz: “Cada um exerça o dom que recebeu para servir os outros”. Servindo aos outros, especialmente aos nossos irmãos, servimos ao próprio Senhor. Quero motivá-lo a olhar para além de si mesmo. Não viva apenas em função de si mesmo. Há muita gente precisando do seu serviço. Não faltam oportunidades para você ajudar e mostrar amor pelo seu irmão. Você não sabe quanto tempo ainda terá, e por isso é bom se apressar. Não deixe para amanhã o que você pode fazer hoje. – MP

Vamos fazer bom uso do bem que recebemos de Deus?

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