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Dom, Dez

5 de dezembro de 2017

Leitura Bíblica: Ester 1.1-22

Hoje mesmo as mulheres persas e medas da nobreza que ficarem sabendo do comportamento da rainha agirão da mesma maneira com todos os nobres do rei. Isso provocará desrespeito e discórdia sem fim (Et 1.18).

A tendência de uns se sobreporem a outros está presente em muitas culturas, de diversas formas. As tensões das relações difíceis impõem à vida das pessoas atitudes nem sempre consideradas em todas as suas implicações. O relato histórico da rainha Vasti não apresenta elementos suficientes para julgar sua atitude, todavia é possível refletir sobre a influência que ela poderia ter em todo o reino. Os sábios do rei perceberam que, sem as devidas providências, essa influência seria, da ótica deles, algo negativo.

Em nosso dia a dia, mesmo sem sermos rei ou rainha, afetamos as pessoas de alguma forma ou de outra. Quanto mais perto elas convivem conosco, mais serão influenciadas. Mas isso não significa que nossa influência pare por aí, pois, com todas as tecnologias de comunicação hoje utilizadas, muito do que compartilhamos e mostramos a outros gera algum tipo de motivação que poderá ir muito além do que se imaginou. Tal realidade exige que se faça regularmente uma autoavaliação acerca dos exemplos que se está dando por meio de atitudes, comportamentos, daquilo que se comunica aos outros por meio da vida. Viver sem esta análise significa ter uma atitude inconsequente que pode gerar prejuízos não apenas para si, mas para muitas outras pessoas. Melhor ainda será se, após esta avaliação, eu perceber Deus agindo em minha vida para influenciar outras pessoas de forma positiva. Esta é uma das virtudes em que Ester, a sucessora da rainha Vasti, iria se destacar. Colocar-se nas mãos de Deus para ser uma influência positiva na vida dos outros é a melhor decisão que alguém pode tomar todos os dias. Assim, sua família e amigos terão sempre um bom exemplo que os motivará a viver com Deus e fazer coisas boas. – EMM

Deus em sua vida garante uma ótima infiuência na vida de outras pessoas.

4 de dezembro de 2017

Leitura Bíblica: 2 Timóteo 3.1-9

Saiba disto: nos últimos dias sobrevirão tempos terríveis (2Tm 3.1).

Ao lermos o texto de hoje, parece-nos que estamos diante de um jornal contemporâneo. Encontramos atitudes que se tornaram valores atuais. Por exemplo, quando alguém faz algo errado, logo vem a justificativa: “Todo mundo tem o direito de ser feliz”; ou então se questiona se aquilo é errado mesmo ou não. Num ambiente de decadência moral como o nosso, é importante procurarmos saber como os cristãos podem agradar a Deus.

Em primeiro lugar, é preciso ter mais fé. Num mundo onde cristãos são perseguidos, sequestrados, escravizados e mortos por quem não concorda com suas crenças, é preciso contar com a ajuda divina para resistir diante de tantas situações difíceis e ainda glorificar a Deus apesar delas.

Também é preciso cultivar um amor mais intenso a Cristo. Isso pode exigir uma mudança de hábitos. Por exemplo, reservar um período para ler a Bíblia e orar; não permitir que o consumismo, o amor ao dinheiro e o uso volúvel do tempo torne os filhos de Deus escravos da propaganda e do marketing, desviando-se do foco no Senhor.

Em seus relacionamentos, o cristão deve agir baseado em suas convicções. Fico imaginando a repercussão que teria um cristão fiel enfrentando a corrupção nos meios políticos com uma firme posição baseada na Palavra de Deus. Também é preciso fazer diferença onde a miséria leva suas vítimas aos vícios, à prostituição, à violência e à criminalidade. Tais pessoas precisam conhecer o Evangelho de Cristo para que suas vidas sejam transformadas e elas possam ter esperança!

Finalmente, embora sejam tempos difíceis para o desenvolvimento da espiritualidade, cada cristão deve cultivar a alegria ao lembrar a promessa de Jesus de que ele estará com seus seguidores até o fim dos tempos (Mt 28.20)! Tal certeza é que ajuda os filhos de Deus a viver mesmo nas circunstâncias mais difíceis! – MJT

É possível agradar a Deus mesmo numa época de tanta decadência moral: colocando a fé em prática!

2 de dezembro de 2017

Leitura Bíblica: Gênesis 8.20-22

Enquanto durar a terra, plantio e colheita, frio e calor, verão e inverno, dia e noite jamais cessarão (Gn 8.22).

É promessa de Deus que as leis da natureza, que ele estabeleceu, permanecerão para sempre.

Conta-se uma fábula sobre um dia em que o sol não brilhou. Às 7 horas da manhã ainda estava escuro. Às 8, nenhum sinal de luz havia no horizonte. Por volta das 10, nada de claridade, e as escolas mandaram os alunos para casa. Ao meio-dia continuava tão escuro como à meia-noite. Compromissos foram cancelados. Às quatro da tarde as igrejas estavam lotadas de pessoas pedindo a Deus que mandasse o sol brilhar de novo. Muitos choravam. O tempo passou, mas ninguém foi para casa à meia-noite. Todos ficaram vigiando, vigiando… Então vieram as primeiras horas da manhã seguinte. Os corações batiam fortes. Surgiu uma pequena claridade rosada, uma pontinha de luz. Ouviam-se gritos e risadas por toda parte. Desconhecidos se abraçavam. Muitos choravam de alegria e davam graças a Deus.
A falta de luz natural por apenas um dia levou aquelas pessoas à angústia e ao desespero. O retorno da claridade habitual despertou a gratidão de todos.

Realmente a constância das bênçãos de Deus nos torna relapsos em agradecer. Só quando deparamos com perdas é que nos lembramos de recorrer à fonte de toda graça. O primeiro ato de Noé depois de sair da arca foi adorar a Deus. O holocausto significava dedicação a Deus e pedido de perdão pelos erros. O relato de que Deus sentiu o aroma agradável retrata o prazer dele com a adoração do seu povo. O holocausto de Noé acalmou a indignação de Deus contra a rebeldia (Gn 6.6). Deus faz uma aliança com Noé e promete nunca mais enviar um dilúvio. Não deixe de reconhecer o sustento de Deus nas pequenas coisas. É preciso em todo tempo adorar a Deus e ser agradecido. – HSG

Adoração e gratidão são essenciais no relacionamento com Deus.

 

3 de dezembro de 2017

Leitura Bíblica: Mateus 24.42-44

Portanto, vigiem, porque vocês não sabem em que dia virá o seu Senhor (Mt 24.42).

O capítulo 24 de Mateus trata da volta de Cristo. Depois de mencionar diversos sinais que precederão seu retorno, Jesus deixa claro que ninguém sabe quando este momento chegará, nem os anjos, nem o Filho, mas somente o Pai (Mt 24.36). Nos capítulos 24 e 25 ele relata então diversas parábolas sobre a iminência da sua volta e a necessidade de vigilância por parte dos cristãos.

Tendo em mente que ninguém sabe a hora exata da vinda do Senhor, ele faz esta comparação: “Se o dono da casa soubesse a que hora da noite o ladrão viria, ele ficaria de guarda e não deixaria que a sua casa fosse arrombada” (v 43).

Assaltos ocorrem frequentemente, especialmente em tempos de crise econômica. Naquela época, os ladrões arrombavam a casa escavando um buraco na parede e roubavam todos os bens do proprietário. A maioria das casas da Galileia era feita de barro. Depois de chuvas fortes, quase sempre tinham de ser reparadas. Era possível abrir um buraco na parede, e a parábola indica que os bandidos o faziam facilmente. Se o dono da casa soubesse a que horas os ladrões viriam, com certeza vigiaria para impedir que o roubo acontecesse.

Jesus não contou esta parábola para exortar seus ouvintes a tomar medidas de segurança em suas pequenas casas rurais. Ele quis exortá-los a serem vigilantes e a viver de tal maneira que pudessem esperar com confiança a vinda de Cristo e o julgamento que ele fará. Em muitos lugares do Novo Testamento, a vinda de Cristo é comparada com a vinda de um ladrão durante a noite (p.ex. 1Ts 5.2; 2Pe 3.10; Ap 3.3; Ap 16.15). Claro que Cristo não se compara a um ladrão; o inesperado de sua vinda é que lembra um assalto. Entretanto, sua vinda só é imprevisível para quem não o espera. Estes, sim, serão surpreendidos. Aqueles que entendem e esperam pela vinda de Cristo não serão surpreendidos, pois o estarão aguardando. – CK

Prepare-se para a volta de Cristo vivendo hoje como se ele já estivesse visível ao seu lado.

1 de dezembro de 2017

Leitura Bíblica: Romanos 8.18-25

A nossa cidadania, porém, está nos céus, de onde esperamos ansiosamente o Salvador, o Senhor Jesus Cristo (Fp 3.20).

Talvez poucas vezes pensamos com seriedade nas palavras do apóstolo Paulo. Ele faz algumas afirmações bem contundentes. Destaco uma dessas afirmações no título desse texto. Ele diz que toda a criação foi submetida à inutilidade, e nós seres humanos estamos incluídos, pois também somos criação de Deus. Em outras palavras, a declaração diz que falta utilidade ou serventia para a criação. Volto a afirmar que isso inclui você e eu.

Talvez essas palavras nos ajudam a entender o quão grave foi a queda do ser humano no pecado e as suas consequências. Não há mais utilidade em toda a criação desde que o ser humano desobedeceu a Deus. O que você e eu fazemos com algo que não tem mais utilidade ou serventia para nós? Geralmente descartamos no lixo. É isso que aconteceu com a criação: ela foi descartada no lixo devido à desobediência do ser humano.

Mas aqui entram o grande amor e profunda misericórdia de Deus. Deus decretou que haverá uma mudança nessa realidade. A criação será libertada dessa inutilidade, o que se tornou possível em Jesus Cristo. Nele temos a redenção, nele ganhamos valor, não por nós mesmos, mas por causa de Cristo.

É importante observar que ainda vivemos em um mundo e com um corpo submetidos à inutilidade. Observe o que acontece ao seu redor. Violência, impiedade, corrupção, guerras, fome, doenças e morte são algumas das coisas que se fazem presentes no nosso dia a dia. Tudo isso acontece porque ainda aguardamos a libertação total dos filhos de Deus dessa realidade caótica. Mas aguardemos com esperança, pois há uma nova realidade à espera dos filhos de Deus, e você e eu poderemos fazer parte dela, desde que estejamos em Cristo Jesus. – MP

Os sofrimentos que experimentamos nesse mundo não podem ser comparados à glória que teremos na presença de Deus.

 

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