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Dom, Dez

10 de dezembro de 2017

Leitura Bíblica: Hebreus 4.1-16

Sejam praticantes da palavra, e não apenas ouvintes, enganando-se a si mesmos (Tg 1.22).

Conta-se de um pastor que, ao visitar uma família de membros de sua igreja, deparou-se com uma arma exposta numa estante, bem à vista de todos. Um pouco assustado, perguntou o porquê daquilo, ao que o homem respondeu: “Comprei esse revólver há alguns anos porque perdi o emprego e ia me matar, mas no caminho encontrei um pequeno livro. Comecei a ler e encontrei as palavras: ‘Não se perturbe o coração de vocês. Creiam em Deus; creiam também em mim’ (João 14.1). Durante aquela noite li o livrinho e, quando amanheceu, me senti um novo homem. Pude então repetir o que diz Salmo 119.105: ‘A tua Palavra é lâmpada que ilumina os meus passos’. O revólver é um lembrete do que a Palavra de Deus pode fazer no coração daquele que crê”. 

A leitura bíblica de hoje nos alerta para o grande perigo de não atentarmos para as palavras do “livrinho”. Ele discute o fato de que ao povo de Israel foram anunciadas boas notícias durante sua migração através do deserto, da escravidão no Egito para a liberdade em sua própria terra, mas que a grande maioria do povo não pôde apropriar-se delas por causa da sua desobediência e rebeldia (Êx 17.7). Uma geração inteira pereceu no deserto por não dar ouvidos à Palavra do Senhor. A Palavra de Deus é “viva e eficaz” (v 12), de modo que transmite vida e transforma o ouvinte. Por isso, Tiago nos adverte da mesma forma, dizendo que devemos esforçar-nos para ser praticantes e não apenas ouvintes, a fim de não correr o risco de perder as bênçãos de Deus porque não demos ouvidos à Sua Palavra. A Bíblia é a provisão divina para as nossas necessidades espirituais. No verso 16 da leitura indicada temos uma grande e boa promessa: podemos chegar com confiança diante do trono da graça de Deus e contar com sua misericórdia, mas é preciso dar esse passo. – CMW

A Bíblia é a Palavra de Deus: nela você pode confiar.

9 de dezembro de 2017

Leitura Bíblica: Êxodo 20.12

Honra teu pai e tua mãe, como te ordenou o SENHOR, teu Deus (Dt 5.16a).

Sabemos que os filhos devem honrar os pais de modo incondicional. Porém, existem muitas maneiras de não fazer isso:

– Às vezes temos o impulso de falar mal de nossos pais numa roda de amigos. Temos até vontade de criticá-los em relação a pequenas falhas ou sua falta de habilidade: “Meu pai é ‘quadrado’”; “Mamãe é insuportável”. Isso não agrada a Deus (veja Pv 20.20).

– Brigar com os pais é uma maneira de desonrá-los. Na Lei dada aos israelitas constava que quem agredisse seu próprio pai ou sua própria mãe deveria ser executado (Êx 21.15). Hoje não seremos mortos por isso, mas precisamos entender que muitas vezes ferimos nossos pais com a língua e o modo de agir, ou seja, com nossas palavras e atitudes. Desafiá-los com atitudes provocadoras, ser rudemente contrário às suas opiniões, não dialogar nem usar amor e equilíbrio para resolver questões também é deixar de honrá-los. Agir frontalmente contra o que pensam é ser desafiador. Nenhuma dessas atitudes agrada a Deus.

– Não podemos cultivar atitudes como “ficar de mal”, virar as costas, evitar contato, desprezá-los ou demonstrar indiferença – mesmo que por pouco tempo. Devemos ser atenciosos e solícitos com eles. Menosprezamos nossos pais quando os considerarmos pouco preparados, fora de nosso tempo ou que poderiam ser mais inteligentes ou mais espertos. Nossos pais merecem honra, independente de como sejam; devemos honrá-los acima de qualquer situação.

– Um filho que honra os pais não faz nada às escondidas, não engana, não falta com a verdade, não “apronta”. Esconder deslizes com amigos e outros segredos não faz parte da atitude de quem honra os pais. É preciso ser transparente com eles, visto que merecem atenção e dedicação. Há ainda muitas outras maneiras de desonrar os pais e de desobedecer à vontade de Deus em nossas vidas. Mas hoje você é convidado a honrar seus pais de uma forma especial! Tente, invente… – EDG

Honrando nossos pais, obedecemos e glorificamos ao Pai celestial.

7 de dezembro de 2017

Leitura Bíblica: Gálatas 4.4-5

E, porque vocês são filhos, Deus enviou o Espírito de seu Filho ao coração de vocês, e ele clama: Aba, Pai (Gl 4.6).

À medida que nos aproximamos do final do ano, novamente as mesmas sensações e comentários de sempre surgem: “Como o tempo passa rápido! Já estamos quase no Natal de novo!” De fato, o tempo passa. E novamente o Natal vem chegando.

Isso é muito bom. É mais um motivo para pensar e fazer as pessoas refletirem sobre o sentido da vida. Natal é nascimento de Jesus Cristo, que trouxe Deus ao ser humano. A morte de Jesus leva o ser humano a Deus, pois ele não permaneceu morto, mas ressuscitou. É necessário fé para perceber isso. Como Paulo diz aos gálatas na leitura bíblica de hoje: “… Deus enviou seu Filho… para resgatar” (ARA). Essa é a notícia mais incrível do mundo. Em Jesus Cristo, Deus Pai, nos aceita como filhos. Passamos a pertencer àquele que é soberano e tem tudo em suas mãos, inclusive o tempo. Deus não é escravo do tempo. Ele é eterno. É para a eternidade que nos criou, pois nos fez à sua imagem e semelhança.

Por isso, no v 4 da leitura Paulo diz: “Mas, quando chegou a plenitude do tempo…”. Ou seja, no momento designado por Deus, que está acima do tempo, seu Filho veio. Saber disso e viver sob essa certeza nos dá liberdade. Não somos mais escravos do pensamento deste mundo, que vive pressionado e angustiado pelo tempo. Corre e nunca chega, nunca alcança algo que de fato aquieta o coração e dá paz. Sai ano e entra ano, nada de novo acontece, somente a mesma rotina, marcada por alguns momentos de aparente alegria que logo passam.

Como o tempo corre para você? Onde você tem ancorado sua vida? Há um hino, chamado “Deus enviou”, em que o refrão diz: “Porque ele vive posso crer no amanhã; porque ele vive, temor não há. Mas eu bem sei – eu sei! – que a minha vida está nas mãos de meu Jesus, que vivo está”. Esse é o desafio para você nesse tempo! – ADH

Jesus veio a você. Basta você ir até ele!

8 de dezembro de 2017

Leitura Bíblica: 1 Pedro 1.1,2; 2.4-10

Ele escolheu o que para o mundo é insignificante, desprezado e o que nada é, para reduzir a nada o que é (1Co 1.28).

Quem já não se sentiu rejeitado em algum momento da vida? Dói muito ser humilhado em público, ser deixado de lado, perceber que alguém “puxou nosso tapete” – para citar apenas algumas formas de rejeição.

O próprio Senhor Jesus sofreu uma forte dose de rejeição. O profeta Isaías já anunciara a respeito dele: “Foi desprezado e rejeitado pelos homens” (Is 53.3). Assim como ele foi odiado, seus seguidores também o seriam. Os cristãos do primeiro século a quem Pedro escreveu sua primeira carta sentiam esse ódio sobre eles. O apóstolo precisou tranquilizá-los: “Não temam, … não fiquem amedrontados” (1Pe 3.14). Eles sentiam a rejeição social por causa de sua fé.
É interessante que Pedro, logo ao saudá-los, começa sua carta com uma afirmação que eles precisavam muito ouvir: eles eram os eleitos de Deus. Não que eles merecessem essa posição. Foi por pura graça de Deus: “Não foi por meio de coisas perecíveis como prata ou ouro que vocês foram redimidos… mas pelo precioso sangue de Cristo” (1Pe 1.18,19). O mundo podia odiá-los, desprezá-los, difamá-los e até matá-los, mas eles eram os escolhidos de Deus. Devem ter se sentido amados e aceitos ao serem lembrados quem de fato eram para Deus: “Vocês… são geração eleita, … povo exclusivo de Deus” (1Pe 2.9). Apesar da rejeição humana, eles eram os escolhidos de ninguém menos que o próprio Deus eterno, único, todo-poderoso, criador, santo e justo, que um dia julgará o mundo.

Como cristãos, precisamos ler insistentemente a Palavra de Deus, observando o que ela afirma que somos por meio de Cristo. Qual é o conceito que Deus tem do seu povo, lavado pelo sangue de seu Filho? Quando sentimos a dor da rejeição mais intensamente, isto é mais valioso e restaurador para a nossa alma do que ouvir o conceito que os homens sem Deus têm de nós. – SVM

Podemos ser rejeitados pelos homens, mas em Cristo Deus nos aceita como seus eleitos.

6 de dezembro de 2017

Leitura Bíblica: Salmo 126.1-6

Não se entristeçam, porque a alegria do SENHOR os fortalecerá (Ne 8.10).

No reinado do rei Zedequias (597-587 a.C.), o povo de Judá foi levado para o cativeiro babilônico. Depois de setenta anos de exílio, Deus ouviu o pedido de socorro do povo e escolheu Neemias para levá-lo de volta a Jerusalém. Os hebreus se encheram de coragem para realizar a reconstrução dos muros da cidade e recolocar os portões que tinham sido queimados. O desafio era grande, mas ele foi concluído mesmo com perseguição pelos inimigos. Quando terminaram, os israelitas se reuniram para comemorar e ouvir a leitura da Palavra de Deus. Foi um momento de grande emoção e choro, porque foram lembrados de tudo o que Deus fizera pelo povo e todos os erros que este cometera em relação a Deus. Mas Neemias e os sacerdotes encorajaram o povo a se alegrar e confiar que o Senhor os fortaleceria. 

Lembrar o que Deus fez por nós nos leva a louvá-lo. Sempre que ouvia minha mãe cantar hinos, eu sabia que ela estava expressando a alegria que tinha dentro de si. Deus havia feito uma grande obra: a vida de nossa família mudara quando conhecemos Jesus. A voz de mamãe espalhava-se pelos campos da chácara onde residíamos. O apóstolo Paulo também orientou os cristãos de Filipos a se alegrarem sempre no Senhor (Fp 4.4). 

Como cristãos, temos condições de sempre cantar a nossa alegria. E não somente cantar, mas também expressá-la em todos os momentos do nosso dia a dia. Essa alegria permanente, característica do povo de Deus, não está ligada às coisas passageiras da vida. Deus se submeteu à maior das tristezas ao mandar seu próprio Filho Jesus para morrer por cada um de nós. E a ressurreição de Jesus produz em nós a maior das alegrias, aquela que não acaba nunca. Se você tem essa alegria, não se esqueça: é ela que nos fortalece e nos permite viver felizes – por dentro e por fora. – JG

Quer alegria permanente? Só Deus pode dá-la.

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