19
Sáb, Ago

23 de junho de 2017

Leitura Bíblica: Salmo 119.9-16

Guardei no coração a tua palavra para não pecar contra ti (Sl 119.11).

Nesta conversa com Deus, o salmista declara o inestimável valor de conhecer e decorar a Palavra de Deus. É sua principal arma contra a força da tentação.

Tiago, meio-irmão de Jesus, esclarece que esta tentação emana do mau desejo capaz de arrastar e seduzir o coração humano. Isso resulta no pecado (aquilo que desagrada a Deus) que, uma vez consumado, gera a morte (Tg 1.14-15). Assim como o corpo humano luta constantemente contra os tóxicos que ameaçam sua vida, filtrando o sangue pelos rins e o ar pelo nariz e pulmões, o cristão se protege contra o pecado meditando na Bíblia e memorizando seus textos. Não há melhor proteção contra as ciladas de Satanás do que a fé firmada na Palavra inspirada por Deus. Foi assim que Jesus venceu as tentações no deserto da Judeia (Mt 4.1-11; Mc 1.12-13 e Lc 4.1-13).

A vitória eficaz sobre a tentação depende de dois princípios: a ação do Espírito Santo (que utiliza a verdade bíblica para vencer o pecado) é essencial; além disso, é necessário conhecer a Palavra. Diz o apóstolo Paulo: “Se vocês viverem de acordo com a carne, morrerão; mas, se pelo Espírito fizerem morrer os atos do corpo, viverão” (Rm 8.13).

O autor de Hebreus declara solenemente que “sem santidade ninguém verá o Senhor” (12.14b). Cristãos que imaginam poder trilhar o caminho da santificação sem ler ou meditar na Palavra, ou que apenas com o esforço próprio vencerão as tentações que continuamente estão assediando seu coração, estão redondamente enganados. O salmista sabe melhor. O cristão, guardando a Palavra de Deus no coração e buscando o poder do Espírito pela oração, tem a melhor chance de alcançar a vitória. O caro leitor está convencido de que o relacionamento com Deus por meio da Palavra inspirada é o caminho mais seguro para vencer a tentação? – RS

Palavra e Espírito Santo no coração: o melhor produto no melhor lugar para o melhor propósito!

22 de junho de 2017

Leitura Bíblica: Filipenses 3.16-19

Tu, porém, sê sóbrio em todas as coisas, suporta as afeições, faze o trabalho de um evangelista, cumpre cabalmente o teu ministério (2Tm 4.5, ara).

Temos um grande desafio: imitar Deus no mundo atual. Ser diferentes da maioria. Hoje muitos valorizam mais as coisas do que a vida humana. É mais comum ver pessoas impacientes do que tolerantes. Gente que tem muitas posses e está cada vez mais insatisfeita. Pessoas mais cultas, mas mesmo assim menos sábias. Um mundo de extravagâncias e exageros, mas de menos fé e piedade. Olhar para um mundo assim causa tristeza, ficamos decepcionados com a atitude de muita gente. Nessa hora, no lugar do desânimo com o gênero humano, devemos lembrar que Cristo se entregou por nós a fim de nos remir dessa maldade. Em um mundo que perdeu seus valores, temos de renunciar à impiedade e viver de maneira sensata e piedosa, dedicando-nos à prática das boas obras.

“Quando entrarem na terra que o Senhor, o seu Deus, lhes dá, não procurem imitar as coisas repugnantes que as nações de lá praticam” (Dt 18.9). Frase muito pertinente para ser usada hoje: não procure imitar as coisas repugnantes que as nações praticam.

Veja comigo algumas das características da nossa época que mais nos afetam. O colapso das crenças – há uma descrença de tudo que se afirmava até agora: autoridades, instituições, família, governo, igrejas. A busca de novidades exóticas. Necessidade de chocar, escandalizar, aparecer, rejeitar os padrões. Um estilo individualista, hedonista e narcisista. Viver em função do prazer, em busca do que é agradável, olhando mais para si que para o mundo.

Ao viver em um mundo assim, convém lembrar as duas palavrinhas que Paulo diz a Timóteo: “Tu, porém”. Temos um grande desafio! É preciso saber como servir a Deus no tempo em que estamos inseridos! Para isso temos de segui-lo sem nos desviar do seu caminho e viver de acordo com o que temos aprendido como cidadãos dos céus que aguardam a vinda de Jesus. – HSG

Nossa luta é viver piedosamente, influenciar e não ser influenciados.

20 de junho de 2017

Leitura Bíblica: Lucas 1.26-37

Nada é impossível para Deus (Lc 1.37).

Neste texto vemos duas situações impossíveis se concretizando. Uma virgem engravida e uma mulher idosa e estéril também. Nota-se que realizar isso não é impossível para Deus. Afinal, ele é o Deus todo-poderoso, e nada é difícil demais para ele. Se voltarmos bem ao início de tudo, vamos entender melhor:

Deus nos criou, e a humanidade vivia em comunhão com ele. Tínhamos livre acesso à sua presença. Mas quando o homem se rebelou contra Deus, o pecado entrou no mundo e nosso relacionamento com Deus foi interrompido, porque Deus é santo, totalmente puro, e nós pecadores não podemos nos relacionar com ele. Um abismo intransponível passou a existir entre a humanidade e Deus.

Então Deus fez o que verdadeiramente era impossível: providenciou o caminho para podermos passar e chegar novamente à sua presença. Esse caminho é o próprio Filho de Deus, Jesus Cristo.

Deus enviou seu Filho para nascer como ser humano, sem deixar de ser Deus, para que ele recebesse a condenação pelos nossos pecados. E nem as impossibilidades humanas foram empecilhos para Deus executar seu plano de salvação. João Batista, que veio preparar o caminho de Jesus, pregando o arrependimento dos pecados, é filho de Isabel, que era estéril e engravidou quando já estava idosa. E Jesus, o Salvador, é filho de uma virgem que estava prometida em casamento a um carpinteiro.

Deus não poupou esforços para tornar possível aquilo que era impossível: o perdão dos nossos pecados e a restauração da nossa comunhão com ele. Se crermos, temos a vida eterna com Deus. Para isso você precisa arrepender-se da sua rebeldia contra Deus, pedir-lhe perdão e deixar que Jesus seja o Senhor da sua vida. Lendo a Bíblia você vai descobrir a vontade de Deus, conhecer seu grande amor e contar com seu auxílio para as situações do seu dia a dia, por mais impossíveis que pareçam. – ADH

O que verdadeiramente era impossível, Deus realizou: restaurou a nossa comunhão com ele.

21 de junho de 2017

Leitura Bíblica: Lucas 23.1-25

Pensem nisto, pois: Quem sabe que deve fazer o bem e não o faz, comete pecado (Tg 4.17).

Pilatos era o governador da província romana da Judeia, a autoridade política encarregada de julgar um eventual crime de Jesus. Pilatos fez pelo menos quatro tentativas de livrar-se da culpa de crucificar um homem a quem considerava inocente. Primeiro tentou transferi-lo de jurisdição, já que Jesus era galileu. Segundo, propôs apenas castigá-lo e depois soltá-lo. Terceiro, apresentou um prisioneiro alternativo com uma ficha criminal terrível. Por último, declarou seu veredicto: “Este homem é inocente; portanto, agora lavo minhas mãos e a responsabilidade é toda de vocês”.

A postura de Pilatos é um exemplo de terceirização da responsabilidade pela culpa. Como se, diante de um ato injusto, lavar as mãos nos isentasse da culpa. Tiago diz no versículo em destaque que a omissão da prática do bem é tão grave quanto praticar o mal. Ou seja, devemos tomar partido pela justiça, comprometer nossas conveniências, sacrificar nossos privilégios e até colocar a vida em risco em favor da justiça.

Pilatos foi semelhante ao camaleão que vive de suas habilidades de mudar de cor para se alimentar ou se proteger de seus predadores. Será que abrimos mão de valores eternos e nos adaptamos aos padrões deste mundo para garantir que não soframos determinadas perdas ou para preservar nosso status? O apóstolo Paulo ensina em Romanos 6.19 que, se antes nosso corpo entregue ao pecado servia para injustiça, agora, consagrados a Deus, devemos oferecê-lo para a justiça.

Um modelo melhor que o camaleão é a borboleta que, com paciência e dedicação, suporta as semanas como pupa mesmo padecendo apertos e dificuldades dentro da crisálida, porque sabe que aquilo é necessário para se transformar numa borboleta com vigor e beleza, pronta para voar. – RF

Qual a sua escolha: amoldar-se ou transformar-se?

 

19 de junho de 2017

Leitura Bíblica: Eclesiastes 10.1-3

Aquele que julga estar firme, cuide-se para que não caia! (1Co 10.12)

O livro de Eclesiastes diz muitas coisas a respeito da sabedoria. Em especial o capítulo 10 traz grandes ensinamentos a respeito de como viver uma vida sábia. Para falar sobre isso, ele começa fazendo um alerta: uma pequena insensatez tem mais impacto que muita sabedoria e honra. Você pode construir um bom nome ao longo de vários anos por suas atitudes sábias, mas basta uma pequena insensatez para que tudo venha a desmoronar. Para explicar isso, o autor do texto lido oferece uma comparação logo no primeiro versículo, em que fala sobre como uma mosca morta é capaz de estragar um vidro de perfume.

Sabedoria é sinônimo de poder. Sua força é maior do que armas de guerra, seu valor maior que o do dinheiro, mas pode ser destruída por um pequeno deslize, uma pequena insensatez. Este mesmo princípio é ensinado no Novo Testamento quando diz que um pouco de fermento leveda toda a massa (1Co 5.6).

Da mesma maneira que não custa muito estragar um bom unguento, também não custa muito arruinar um bom nome. Insensatez pesa. A ideia de “peso” aponta para a importância de algo. Uma pequena insensatez tem mais impacto que muita sabedoria e honra. Isso nos faz lembrar o que diz Paulo no versículo em destaque: aquele que pensa estar de pé tenha cuidado. Sempre precisamos ter humildade. Quem se sente muito seguro pode estar a caminho da soberba e, consequentemente, perto da queda. A humildade antecede a honra. Só quando nos mantemos humildes e constantemente buscando a sabedoria podemos permanecer firmes no caminho de Deus.

Viver com sabedoria não é uma tarefa fácil. Requer habilidade e dependência de Deus. Isso só poderá acontecer na vida daquele que segue cada dia no temor do Senhor. – HSG

Faça sempre o que você sabe que deve ser feito, seguindo os princípios de Deus.

 

Mais Artigos...

Cadastre o seu e-mail para receber informações e novidades sobre o nosso portal.